ULCS exige que as autoridades mandem desocupar o ilhéu de Santa Maria

6/08/2015 15:18 - Modificado em 6/08/2015 15:18

ManifestacaoAo  contrário do Governo que gere o silêncio sobre  a ocupação  de uma parte do território nacional, por  um grupo, o presidente da Câmara Municipal da Praia,Ulisses  Correia e Silva , já reagiu condenando a ocupação. O  edil da cidade capital disse a RCV que espera  que “as autoridades desocupem o ilhéu de Santa Maria, invadido por activistas que querem impedir a construção de um empreendimento turístico promovido pelo empresário de Macau, David Shaw “.

Ulisses Correia e Silva considera a ocupação como  “uma situação extremamente negativa para o País “ e rebate as informações que segundo o grupo estarão na base  da ocupação do espaço “”Não está demonstrado, nem é intenção criar ali nenhum fenómeno de turismo sexual ou de turismo de droga ou de jogos que possam levar a situações de crime para o país. Essa é percepção criada por essa gente que está fazer esse movimento. Eu acho que nós não devemos criar quadros no nosso país que afugentem os investidores”. Correia diz que a autoridade do Estado tem que ser exercida “Era o que o faltava, as pessoas fazerem ocupação de espaços públicos e espaços que pertencem ao património e toda a comunidade do país “

O empreendimento, cujo projecto foi recentemente apresentado na Cidade da Praia e representa um investimento de 250 milhões de euros, ocupará uma área de 152.700 metros quadrados, que inclui o ilhéu de Santa Maria e parte da praia da Gamboa.

O complexo prevê a construção de um hotel-casino a instalar no ilhéu de Santa Maria, uma marina, uma zona pedonal com comércio e restaurantes, um centro de congressos, infra-estruturas hoteleiras e residenciais na zona da Praia da Gamboa e uma zona de estacionamento.

Segundo o contrato assinado entre o Governo e a Legend Development Company, de David Shaw, a concessão será de 75 anos prorrogáveis por mais 30 e prevê ainda a construção de um hotel na Ilha do Maio.

  1. D. Semedo

    Senhor Presidente;
    Seja mais atento. A ocupação de ilha é uma manifestação cidadã pacifica. Sorte tem que nao seja por coisa pior

  2. Francisco andrade

    o documento para a concessão do ilhéu de Santa Maria esteve durante muito tempo para a consulta pública. Não há razão de o movimento activista ocupar o espaço. Temos que pensar que a construção do complexo turístico irá criar empregos directos e indirectos. Eu sou contra a ocupação do espaço. espero que o pessoal de S. vicente não venha a ocupar o Fortim dél rei ( pois as obras já comecaram e estao ao Deus dará) e a Palha Carga.

  3. caros conterrâneos fortim já é um caso perdido, mas esse governo não perde por esperar, qualquer dia gente de são Vicente muda de ideia e vao ocupar o espaço, tudo pode ser possível isso ate pode acontecer antes da eleições legislativas, Inocêncio é um homem da área, ele esta na cabeça de lista. já deve ter uma boa explicação da dar o povo de são Vicente. Gente de são Vicente sabe exigir no momento certo.

  4. Rocha

    Todos os levianos “que se acham” tem o direito de se manifestarem, mas não de provocarem desordem e de ocuparem ilegalmente património do povo, do estado ou de particulares. O que defendem para o Djéu? Um espaço para cultivarem poff (padjinha)? As aventuras dos radicais de esquerda na Europa andam a animar muita gente que não tem noção do que seja governar, dirigir um país. Vejam o que já custou à Grécia a aventura de radicais não poffistas. Não se deve dar corda a esses levianos do Kurenti nem do Mac.

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