Recém Licenciados: porta do desemprego a saída a mais certa

31/07/2015 08:51 - Modificado em 31/07/2015 08:51

desempregoRicardo terminou este ano a sua licenciatura em Gestão de Empresa e está desesperado com a situação do desemprego. O recém-licenciado é bolseiro e tem de reembolsar a quantia investida durante os quatro anos. O peso da divida torna-se uma preocupação para o então licenciado que terá agora de enfrentar o mercado do desemprego.

A falta de emprego é uma das grandes preocupações dos licenciados. O mercado está saturado e o número de licenciados arrebenta pelas costuras. Ricardo Lopes é mais um novo licenciado a contar para a alta taxa dos desempregados no país.

O gestor de empresas vai agora enfrentar o mercado e a grande concorrência para encontrar uma vaga de trabalho. Ricardo mostra-se desesperado com a falta de emprego. O desânimo está na cara de todos que terminaram os seus cursos.

O drama do desemprego faz sentir por todos os lados. Ricardo é natural da ilha de Santo Antão e diz ser o terceiro dos seis irmãos de uma família de fracos recursos. O mesmo mostra ainda uma outra preocupação que é a devolução do valor da bolsa, um empréstimo feito com contrato, pois comprometeu restituir o dinheiro logo que terminar o curso. Não será fácil para o recém-licenciado devolver em curto prazo o montante de 600 contos

Ricardo agora pensa naquilo que deverá fazer após a sua licenciatura. Ricardo diz que ao conseguir o seu certificado deverá reunir todos os seus documentos e partir para a luta a procura do primeiro emprego.

Uma outra solução apontada pelo recém-licenciado é conseguir um estágio de preferência remunerado. O entrevistado diz que já ter pronta uma lista de empresas onde deverá entregar os seus documentos e agora resta esperar que a sua sorte chegue.

  1. Manuel Joaquim

    BASTA! STOP CULTURA DE DESRESPONSABILIZAÇÃO! Desse manera, nós Terra ta tramode! Assim, nós tude (sem excepção), ti é ta contribuí pa afundá Cabo Verde
    Não há duvidas que, Cabo Verde é um país de músicos mas, seria bom que tivéssemos gente capaz de construir os instrumentos para a banda. Determinados artigos são redigidos e abordados de forma muito superficial. O articulista (e outros) demonstra um certo desnorteio e parece uma criança brincando, atirando pedras para um charco. Se não me engano, uma LICENCIATURA é uma ferramenta que me permite ascender e almejar uma melhor colocação no mercado de trabalho. O pedreiro, o agricultor, o pescador, o rabidante, saem a rua mostrando que têm qualidade e que sabem fazer alguma coisa. “Tude mosca e musquite” sabê que, Cabo Verde, não tem capacidade e MERCADO para absorver o numero crescente de recém formados. Ademais, a cultura do recém formado ou licenciado é ficar em casa (na toca) a dormir, sonhando com um gabinete onde possa cruzar os pés, ler o jornal, mergulhar no facebook, a espera que a montanha chegue pais perto e no fim do mês, ser dos primeiros a receberam o salario. Se não me engano, uma licenciatura é uma ENORME FERRAMENTA DE TRABALHO e não um guarda sol/chuva. Tenho que reconhecer que, desta forma estamos a contribuir de forma medíocre para o desenvolvimento “des dez grãozinhos di terra”.

  2. Manuel Joaquim

    BASTA! STOP CULTURA DE DESRESPONSABILIZAÇÃO! Desse manera, nós Terra ta tramode! Assim, nós tude (sem excepção), ti é ta contribuí pa afundá Cabo Verde
    Não há duvidas que, Cabo Verde é um país de músicos mas, seria bom que tivéssemos gente capaz de construir os instrumentos para a banda. Determinados artigos são redigidos e abordados de forma muito superficial. O articulista (e outros) demonstra um certo desnorteio e parece uma criança brincando, atirando pedras para um charco. Se não me engano, uma LICENCIATURA é uma ferramenta que me permite ascender e almejar uma melhor colocação no mercado de trabalho.

  3. Manuel Joaquim

    O pedreiro, o agricultor, o pescador, o rabidante, saem a rua mostrando que têm qualidade e que sabem fazer alguma coisa. “Tude mosca e musquite” sabê que, Cabo Verde, não tem capacidade e MERCADO para absorver o numero crescente de recém formados. Ademais, a cultura do recém formado ou licenciado é ficar em casa (na toca) a dormir, sonhando com um gabinete onde possa cruzar os pés, ler o jornal, mergulhar no facebook, a espera que a montanha chegue pais perto e no fim do mês, ser dos primeiros a receberam o salario. Se não me engano, uma licenciatura é uma ENORME FERRAMENTA DE TRABALHO e não um guarda sol/chuva. Tenho que reconhecer que, desta forma estamos a contribuir de forma medíocre para o desenvolvimento “des dez grãozinhos di terra”.

  4. Estou de acordo com o sr.manuel.Já está na hora de cada um assumir a responsabilidade da sua escolha.A comunicação não tem ajudado em nada com essas insinuações “com 12 ano a vender verduras,tenho x filhos o estadado não me da nada,,etc etc.Pergunto :é humiliante vender verduras com 12 ano de escolaridade?Por ventura o governo teve alguma participação na concepção de filhos de alguém?
    Enquanto uns estavam a laborar no duro para pagar impostos ,impostos esses que serão direcionados tb para alguns que não tendo uma actividade renumerativa ,obtaram na actividade do aumento da população .Uns trabalham,outros…………….Estamos no bom caminho.Tenho receio quando todos resolveram……Donde virá os impostos?

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