Pare de procurar a felicidade no sexo estatístico

27/07/2015 08:52 - Modificado em 27/07/2015 08:52
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sexoA transa hoje representa vários papeis – entre eles o de fortalecer o status social. Mas essa não é a verdadeira essência do ato sexual.

Sexo estatístico. Estou bem satisfeito com o termo que veio em minha cabeça para escrever esse texto. Ele representa exatamente o que quero expor.

Tenho a impressão que o sexo representa vário papeis hoje em dia. E, entre eles, um bastante expressivo é o de qualificar status social.

Isso fez o ato sexual ganhar um aspecto burocrático, matemático, estatístico. Quantas você já transou na vida; quantas naquela viagem; quantas numa noite; quantas gozadas rolou; quantas mulheres juntas; e etc…

A qualidade do status social é diretamente proporcional (lembra da aula de matemática?) ao números apresentados: quanto maior maior, quanto menor menor.

Mas, céus, como fomos cair nessa?

A realidade é que não, transar mais não traz felicidade. Se você a tem procurado no sexo estatístico, reveja sua busca.

Falamos recentemente sobre um estudo publicado no Journal of Economic Behavior & Organization (também não entendi muito bem, faria muito mais sentido se fosse noJornal do Sexo e da Felicidade) que chegou exatamente a essa conclusão.

A pesquisa é intitulada “O aumento da frequência sexual melhora a felicidade?” – e a resposta que os pesquisadores dão é categórica: não. Além de não se sentirem mais feliz transando mais, esses casais também não curtiram tanto o sexo quanto os outros.

Surpresa? Nenhuma, na verdade!

Os pesquisadores associaram o fato de haver pressão para transar mais (pois houve uma imposição para que isso acontecesse) aos resultados negativos. E faz todo sentido, afinal, a transa deve ser algo espontâneo.

Mas onde está a espontaneidade no sexo estatístico?

elhombre.com.br

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