Desvio na CECV: gerente e subgerente alegam inocência

27/07/2015 07:23 - Modificado em 27/07/2015 07:36

eurosEste online sabe que durante os interrogatórios na PJ a gerente, Águeda Cardoso, e o subgerente disseram que estão inocentes e não desviaram “ um centavo do cofre “. Reconhecem a sua responsabilidade como “guardiões do cofre” e as responsabilidades daí inerentes, mas alegam que “não desviaram dinheiro“.

Mas, o certo é que uma auditoria ao cofre considerou que houve o desvio de cerca de 270 mil euros. Nessa altura, início do mês de Julho estava prevista uma auditoria de qualidade a Agência do Mindelo e como é das normas todos estavam avisados que isso iria acontecer. Mas, antes disso houve uma auditoria ao cofre, esta como é das normas não foi  do conhecimento de quem vai ser auditado. E terá sido nesse procedimento que foi detectado o desvio.

Consegue-se provar quem roubou o dinheiro?

Neste caso, mesmo que fique provado que houve o roubo de 270 mil contos, o problema parece ser o seguinte: provar quem retirou o dinheiro. Como se sabe o referido cofre, nem agência têm câmaras de vigilância, não existe uma confissão, nem tão pouco alguém que tivesse visto. Mediante este cenário será difícil a investigação provar quem retirou o dinheiro. O que já não acontece em relação a responsabilidade pelo “sumiço dos euros” que é imputada judicialmente e disciplinarmente em primeiro lugar a gerente, e em segundo lugar ao subgerente que acumulava as funções de tesoureiro. O certo é que a determinação da responsabilidade não prova que foram os responsáveis que retiram o dinheiro. E como se sabe o ónus da prova cabe a quem acusa.

  1. roxana aguilera

    Hummmmmmmmm !!!

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