JMN “O que eu tenho ouvido nos últimos dias não é sindicalismo é selvajaria”

22/07/2015 06:37 - Modificado em 22/07/2015 06:37
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JMNPara  primeiro-ministro, José Maria Neves, as declarações do presidente da CCSL, que depois de acusar o ministro da Justiça de “estar a abrir porta ao narcotráfico e terrorismo”, o chamou de “delinquente e criminoso” são uma selvajaria.

Por isso pediu moderação e responsabilidade e boa educação  para que haja condições de dialogar e encontrar as melhores soluções no sentido de responder às reivindicações dos trabalhadores . “O que eu tenho ouvido nos últimos dias não é sindicalismo. É selvajaria e, portanto, é preciso haver moderação, responsabilidade e boa educação para podermos ter condições de diálogo e José Maria Neves chamou atenção para a necessidade de haver moderação, para evitar que o país entre num caminho de “desestabilização” das instituições, de “ataques sistemáticos” às autoridades e de criação de uma “ambiente de intolerância” que não favorece o diálogo e a obtenção de compromissos.

José Maria Neves reiterou a sua “total confiança” no ministro da Justiça, José Carlos Correia, e foi avisando em Cabo Verde não há absolutamente lugar à chantagem ou à aceitação de um discurso do tipo feito pelo presidente da Confederação Cabo-verdiana dos Sindicatos Livres (CCSL), José Manuel Vaz, quer seja o nível de reivindicação sindical.

José Manuel Vaz, na quinta-feira passada, acusou o ministro José Carlos Correia de “estar a abrir portas ao narcotráfico e ao terrorismo”, por não responder positivamente às reivindicações dos funcionários da investigação criminal da Polícia Judiciária (PJ), que tem motivado greve e ameaça de demissão em bloco.

Tais declarações motivaram a entrega de uma queixa-crime contra o sindicalista, movida pelo ministro José Carlos Correia.

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