Assaltantes de taxista condenados a três e dez anos de prisão

16/07/2015 07:59 - Modificado em 16/07/2015 07:59
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prisao preventivaOs arguidos Edvaldo e Carlos foram, hoje, condenados a cumprir pena de prisão entre três  a dez  anos de prisão. Os dois jovens assaltaram e agrediram um taxista na zona de Fonte Filipe. Edvaldo deverá cumprir 10 anos de prisão por vários crimes de roubo contra pessoas, posse de arma e condução ilegal, enquanto que o seu comparsa Carlos foi condenado a 3 anos e 6 meses. Mais dois arguidos acusados de vários crimes de roubos também foram condenados à pena suspensa de 3 anos.

O 1º Juiz Crime procedeu hoje à leitura da sentença de vários arguidos condenados por diferentes crimes de roubo, furto, invasão, condução ilegal, posse de arma e agressão.

Em Dezembro do ano passado, os dois arguidos Edvaldo e Carlos, assaltaram e agrediram um taxista na zona de Fonte Filipe.

Os assaltantes terão solicitado o táxi na zona da Laginha e pediram que fossem levados para a zona de Fonte Filipe. Ao chegarem ao destino, os falsos clientes pediram-lhe dinheiro, mas como o taxista não acedeu ao pedido deles, resolveram agredir a vítima com pedras que tinham levado nos bolsos.

A vítima foi agredida com uma pedrada na cabeça e no nariz e o táxi que conduzia ficou desgovernado provocando um acidente o que deixou a viatura totalmente danificada. O taxista foi assistido por vizinhos e, posteriormente, conduzido ao hospital pela Polícia.

A situação agravou-se para o lado de Edvaldo que se encontrava em prisão preventiva, tendo em conta os vários antecedentes criminais e por ter sido o autor das agressões contra o taxista. Os antecedentes criminais do assaltante indiciado como “caçubodista” não favoreceram o arguido, pois já esteve preso por diversos tipos de crimes. O 1º Juiz condenou-o a uma pena única de 10 anos.

Quanto ao comparsa, apesar de estar sob TIR, também foi condenado à pena efectiva de 3 anos e 6 meses de prisão. Segundo o Juiz, a situação agravou-se também para este arguido uma vez que tudo fazia crer que o mesmo não teria feito parte no crime mas, vieram-se a descobrir “factos gravíssimos”.

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