A Hora da Verdade e do Seu Brilho Resplandecer em Mim Chegou – II Parte

8/07/2015 14:28 - Modificado em 8/07/2015 14:28
| Comentários fechados em A Hora da Verdade e do Seu Brilho Resplandecer em Mim Chegou – II Parte

Candido de PinaTudo começou assim: antes do Branco casar, e que ele estava na ilha do fogo, houve um dia em que eu e o Branco voltamos do Fogo para pararmos algum tempo ali no centro da Igreja Adventista do sétimo dia de Tenda em ponta d’água. No dia em que chegamos, o almoço era sopa de arroz. O Branco disse que ele não iria comer sopa, que já estava farto de comer sopa e que ele comeria só se fosse sopinha. Os demónios me disseram na mente que o Branco estava certo e para que eu não comesse a sopa também mas sim sopinha, assim como Branco. Concordei com os demónios e disse ao Branco que também comeria, mas só se fosse sopinha. Depois o Branco saiu chateado e ele me disse que ele iria até o Inácio dizer-lhe que ele não iria comer sopa de arroz. Os demónios me disseram para que eu dissesse ao Branco para trazer sopinha a vontade para que assim eu pudesse comer com ele também. Concordei com os demónios e disse ao Branco para que ele trouxesse sopinha a vontade para que nós dois pudéssemos comer. Passado aproximadamente trinta minutos, o Branco chegou no quarto com uma panela de sopinha com lentilha. Ele me disse que é ele quem manda aqui e que tudo o que ele come eu como também. Assim, assentámo-nos e comemos juntos aquela comida.

No dia seguinte, o Branco me disse que ele iria fingir que estava bloqueado e que iria tomar alguns telemóveis no centro. Ele me disse que tomaria o meu telemóvel, como um disfarce, mas que ele me daria depois. Ele me disse ainda, para que eu ficasse a espreitar quem tinha bom telemóvel para que eu fosse informar-lhe. A partir desse momento os demónios me disseram que o Branco estava certo e que eu deveria ficar ciente nos irmãos que tinham telemóveis caros e bons e informar-lhe. Concordei com os demónios e fiquei atento para ver algum irmão com telemóvel caro e bom, para que fosse informar o Branco. Naquele mesmo dia, vi o Daniel e o Guto com telemóveis caros e bons e fui logo informar ao Branco. Eu disse-lhe que o Daniel e o Guto estavam com um bom telemóvel e para que ele fosse tomar aqueles telemóveis. Em Seguida, os demónios em mim me disseram para que fosse chamar Daniel e Guto para responder o Branco para que dessa forma ele (Branco) tomasse aqueles telemóveis. Concordei com os demónios e fui chamá-los. Quando o Guto e Daniel vieram para o quarto, o Branco disse-lhes primeiramente que ele estava bloqueado. Depois, ele disse-lhes que Deus mandou-lhe fazer um trabalho urgente com eles, que o Inácio já sabia deste trabalho e que foi ele (Inácio) quem ordenou-lhe fazer aquele trabalho. A seguir, o Branco pegou um pau. Ele disse ao Guto e Daniel para entregarem urgentemente os telemóveis que tinham, porque o Inácio disse que não podiam ter aqueles telemóveis no centro e que foi Deus quem ordenou que aqueles telemóveis fossem tomados. O Daniel rejeitou e disse que não entregaria e que iria confirmar com o Inácio. Logo, os demónios me disseram para que eu dissesse ao Daniel que aquilo que o Branco lhes dissera era verdade e que o Inácio tinha dito isso na minha frente. Concordei com os demónios e disse ao Daniel, que era verdade aquilo que o Branco lhes dissera e que eu tinha assistido o Inácio a dizer ao Branco que Deus não queria que tivéssemos telemóveis caros aqui no centro. Depois disto, o Branco bateu com pau no Guto e Daniel (uns dois pauladas) e eles entregaram os telemóveis. A seguir o Branco mandou-os sair do quarto e advertiu-os que não dissessem a ninguém do que havia acontecido, porque, caso contrário, ele os mataria com pauladas. Quando saíram, o Branco me advertiu para não dizer nada a ninguém. Me disse ainda, que ele tinha um grande trabalho a desempenhar no centro. Esse trabalho era levar os irmãos a se revoltarem contra Deus e Inácio. Logo, os demónios me disseram que o Branco estava certo e para que eu colaborasse com ele. Concordei com os demónios e eu disse ao Branco que colaboraria com ele e manteria esse assunto “boca-boca” com ele.

Depois desse acontecimento acerca dos telemóveis, os demónios disseram-me que o Ti do Maio estava vendendo cebola e que ele tinha dinheiro. Eles (demónios), me disseram ainda, que eu deveria informar ao Branco que o Ti do Maio tinha dinheiro com ele e para que o Branco fosse intimidá-lo, dizendo-lhe que eram os espíritos que estava se manifestando, a fim de conseguir tomar dele o dinheiro. Eu concordei com os demónios e fui dizer ao Branco que o Ti veio vender cebola, que ele tinha dinheiro e para que o Branco fosse tomar esse dinheiro, intimidando-o que eram os espíritos que estavam a se manifestar. O Branco respondeu e disse-me que aquilo era grande coisa. A seguir ele me disse para que fossemos até o Ti, concordei e fomos. Quando nós chegamos no quarto em que o Ti estava, ele (Branco) identificou-se ao Ti como sendo os espíritos. Em seguida ele disse-lhe que foi Deus quem o envio até ele (Ti) para fazer um trabalho e que o Inácio já sabia disso. Naquele momento os demónios me disseram na mente para que eu confirmasse ao Ti que não era o Branco quem estava ali, mas sim os demónios, e que o Inácio já sabia que iriam fazer um trabalho com ele (Ti), ordenado por Deus. Concordei com os demónios e logo eu disse ao Ti que eram os demónios quem estavam a manifestar no Branco e que eles iriam fazer um trabalho com ele que o próprio Deus ordenou, e que o Inácio já sabia. A seguir o Branco (identificando como sendo os demónios) disse ao Ti que ele era bom jovem, mas que Deus queria que ele (Ti) desse-lhes um troco, porque precisavam dar ao Branco uma coisa urgente. O Branco disse-lhe também, que se ele não desse, eles o açoitariam. O Ti ficou com medo e deu-lhes muitas moedas (mas não sei a quantia certa), e ele me deu 100 escudos também. No fim o Branco ordenou-lhe que ficasse calado e que ele não dissesse ao Inácio nem a ninguém acerca do sucedido. A seguir saímos do quarto do Ti e fomos para o quarto do Branco. Ali, o Branco me disse que se eu visse outros irmãos com dinheiro para que eu fosse informar-lhe e para que eu mantivesse calado. Logo os demónios me disseram que o Branco estava certo. Concordei com os demónios, e disse ao Branco que eu ficaria ciente sim e que eu iria informar-lhe de pessoas que tinham dinheiro.

Depois de ter concordado com os demónios em ficar à espreita de irmãos com dinheiro para que eu fosse informar ao Branco; num certo dia, estava passando no corredor, ouvi Timas a falar com a sua mulher no quarto. Ouvi-o dizer-lhe que já tinham depositado o seu dinheiro de indeminização e que ele (Timas) tinha uma parte desse dinheiro com ele. Naquele mesmo instante os demónios me disseram para que eu fosse contar ao Branco o que tinha ouvido da boca do Timas. Concordei com os demónios e fui dizer ao Branco que ouvi Timas a falar com a sua mulher acerca de um dinheiro de indeminização e que ele tinha uma parte desse dinheiro com ele. Logo o Branco me disse para que fossemos até o Timas. Eu concordei e segui o Branco até Timas. O Branco chegou, abriu a porta e entrou no quarto de Timas. Assim que o Branco entrou (procedendo como se fossem os espíritos), ele abordou Timas, dizendo-lhe que já sabiam de tudo o que estava se passando e que tinham sido informados que ele (Timas) já tinha tomado o dinheiro de indeminização. Disseram-lhe ainda que eram os demónios quem estavam a manifestar e que foi Deus quem lhes mandaram que fossem até ele. Logo o Branco pediu-lhe o dinheiro que tinha, ordenando-lhe que ele fosse rápido porque são maus e não tinham tempo a esperar. Durante esse momento ficaram a ameaçar o Timas com um pau. Imediatamente o Timas pegou uma quantia de cerca de mil e tal escudos e deu ao Branco e ele (Timas) me deu 200 escudos também. Por fim o Branco ordenou-lhe que ficasse calado e que não ouviria aquilo nem na boca do Inácio nem de ninguém. Posto isso, nós saímos e o Branco bateu a porta com força.   

Mais tarde encontrei com o Branco na escada falando com a Patrícia de São Vicente. O Branco disse à Patrícia que ela estava bonita. A Patrícia disse ao Branco, sorrindo, para que ele não lhe enganasse. Os demónios me disseram que aquilo que o Branco disse era assim mesmo, ou seja, que a Patrícia estava bonita sim. Eu concordei com os demónios e disse à Patrícia que ela estava bonita. A Patrícia me disse para que eu deixasse de troças. Em seguida o Branco lhe disse que veriam mais tarde. Depois, eu e o Branco fomos pro quarto. No quarto eu perguntei ao Branco porque é que ele disse à Patrícia aquilo. Ele respondeu-me que ele estava dando cordas à Patrícia, visto que ela gosta que homens lhe diga que ela está bonita, mas que ele Branco gosta mas da Vera. Depois dessa conversa nós nos separamos.

Depois dessa última conversa que tive com o Branco, passado alguns dias, o Branco saiu e voltou com Titi para o centro, para ficar connosco. Quando o Branco chegou com o Titi eu estava no corredor e fui com eles para o quarto de fundo. Nesse momento o Branco começou a dizer ao Titi que ele tinha os irmãos do centro sob seu controlo. Ele lhe disse ainda que eu e ele estávamos a fazer um trabalho mas que ele precisava do Titi para completar esse trabalho. Quando o Branco disse isso eu saí do quarto e fui fazer as minhas actividades. No dia seguinte, fui até o quarto do Branco e assentei junto com eles (Titi e Branco) no quarto. O Titi começou a perguntar-me se eu lembrava do tempo em que fumávamos drogas na tropa, eu respondi e disse-lhe que sim e que fumar droga era bom mesmo. Depois o Titi e o Branco passaram a falar aonde é que se vendiam drogas no Safende e no Socupira; falaram ainda de filmes de acção que viam e que iriam dar expediente numa televisão para verem filmes. Os demónios me disseram para que eu dissesse ao Titi que no centro havia muitas televisões e DVDs para que ele fosse pedir ao Inácio. Eu concordei e disse ao Titi que aqui no centro tinha muitas Televisões e DVDs, para que ele fosse pedir ao Inácio. Num outro dia eu fui ter com Branco e Titi no quarto, e achei-os vendo um filme de tiroteio. Eu vi um pouquinho e depois saí e o Titi me disse para ficar calado, concordei e fiquei calado.

Passado alguns dias do último encontro com o Branco e o Titi, voltei para o quarto deles. Logo o Branco me disse que o Titi estava bloqueado e que tinham um trabalho árduo a fazer. Ele perguntou-me se eu ficaria do lado deles. Os demónios me disseram que o Titi e o Branco estavam certos, logo eu concordei e disse ao Branco que eu ficaria do lado deles. A seguir o Titi disse-me que ele e o Branco iriam fazer uma lista de irmãos que precisavam, para que eu fosse chamá-los. Eles me disseram ainda para que eu fosse buscar dois tubos lá em baixo para baterem nesses irmãos porque estavam em pecados. Eu concordei com os demónios que me disseram na mente para que eu fosse buscar os tubos para baterem nesses irmãos porque o Titi e o Branco estavam fazendo um bom trabalho. A seguir eles (Titi e Branco) me deram uma lista dos irmão que queriam espancar com tubos. Concordei com os demónios e tomei a lista. Na lista continha o nome de Delícia, Samuel, Dina de merca, Admildo, Rosi, Daniel, Nelita e Zequinha. Logo eu saí e fui informar a esses irmãos que às 21 horas havia uma reunião com Titi e Branco no quarto ao fundo do apartamento de recuperação. Depois de ter informado a esses irmãos da reunião, voltei pro quarto e disse ao Titi e Branco que já tinha comprido a minha missão. O Branco me disse para entrar no quarto a fim dele contar-me uma coisa, mas, que eu deveria manter calado. O Branco me disse que de agora em diante chamariam os irmãos para o quarto ao fundo e que bateriam neles com pau sem dor nem piedade. Ele disse também que iriam revelar a esses irmãos os seus pecados e que diriam que foi Deus e Inácio quem mandaram açoitar-lhes, a fim de que esses irmãos se revoltassem contra Deus e o Inácio. Os demónios me disseram que o Branco estava certo. Concordei e disse ao Branco que ele estava certo. A partir daquele momento, fiquei com grande ansiedade, à espera da hora da reunião. Quando chegou o momento da reunião, eu, Titi e o Branco, saímos do quarto e encontramos os irmãos a esperar no quarto ao fundo. Imediatamente o Titi começou a bater com pau no Samuel. O Titi perguntou-lhe se ele abandonaria a igreja ou não, mas ele ficou a receber pauladas cantando. Em seguida começaram a açoitar a Dina de EUA, até que ela passou a chorar. A seguir começaram a açoitar a Delícia e perguntaram-lhe se ela abandonaria a igreja ou não, mas ela disse que permaneceria até ao fim. O Titi continuou a bater nela até que depois ela ficou a chorar. Posteriormente passaram a açoitar o Rosalino. Perguntaram-lhe se ele tinha paixão pela filha de Faustina ou não, ele disse que sim. Passaram para o Zequinha e o Admildo, e o Branco e o Titi passaram a bater nos dois juntos. Eles perguntaram-lhes se abandonariam a igreja ou não; mas eles disseram que ficariam até a morte. Então bateram neles mais ainda, até que essa reunião findou-se. Naquele dia só a Nélita é que não foi açoitada. No fim o Titi e o Branco recomendaram a esses irmãos para saírem calados e para não chorarem porque foi o Inácio e Deus quem ordenou que fossem açoitados por causa dos seus pecados.

Em seguida fomos para o quarto, e ali o Titi e o Branco me disseram que iriam açoitar os irmãos até que eles se revoltassem contra o Inácio. Ainda, ficaram a escarnecer dos irmãos que choraram ao ser açoitados, e eu também, fiquei a escarnecer junto com eles. Nesse momento o Daniel estava ali e participou também do nosso escárnio. Depois, os demónios me disseram na mente que os irmãos da igreja são maus e que merecem ser açoitados. Eu concordei e disse ao Titi e Branco que os irmãos da igreja são maus sim e que merecem ser açoitados. Ainda, os demónios me disseram para que eu pedisse ao Titi, a lista dos próximos irmãos a serem açoitados; eu concordei com os demónios e pedi ao Titi e Branco a lista dos próximos a serem açoitados no dia seguinte. Logo o Titi me disse que eu podia escolher os nomes. Os demónios me disseram na mente para que eu escolhesse o Rosalino, eu concordei e escolhi o Rosalino. Eles disseram ao Daniel para que ele escolhesse alguém também, mas o Daniel recusou e disse-lhes que eles (Titi e Branco) podiam escolher. O Titi e o Branco mandaram –me escolher uma outra pessoa, os demónios me disseram para que eu escolhesse o Cecílio, Nelita, Elsa, Adilson, Della, Kátia e Admildo. Eu concordei com os demónios, escolhi e apresentei ao Branco e Titi esses nomes. O Titi me disse para que eu escrevesse esses nomes num papel e entregasse ao Daniel e que ele (Daniel) os chamaria para a reunião no dia seguinte. O Daniel respondeu e disse que não tinha problema. O Titi disse ao Daniel para que ele ficasse tranquilo, que eles (Titi e Branco), não iriam bater nele e que isso era uma ordem de Deus; mas que eles poderiam até despistar na frente dos outros irmãos da igreja que iriam bater nele, mas, que era só para confundir os irmãos.

No dia seguinte, antes da reunião, fui com o Daniel para o quarto do Titi e Branco. O Titi nos disse que os irmãos estavam a dar para doidos, mas que hoje ele os espancaria com pauladas, principalmente à Elsa, e que ele diria à Elsa que foi o Inácio quem mandou bater-lhe. Os demónios me disseram que a Elsa é atrevida e que ela precisava levar com pau mesmo. Eu concordei com os demónios e disse ao Titi que a Elsa é atrevida e que ela merecia ser açoitada sim. O Titi e o Branco disseram-nos (eu e o Daniel), que os seus planos eram de açoitar os irmãos violentamente, tomar deles algo que eles gostavam muito e por fim dizer-lhes que foi o Inácio quem mandou açoitar-lhes, com o objectivo de levá-los a revoltar-se contra o Inácio. O Titi disse-nos ainda que, assim que eles atingissem esse objectivo, passado alguns dias, eles matariam o Inácio. Os demónios me disseram na mente que o Titi e o Branco estavam certos e para que eu os ajudasse a concretizar esse plano. Concordei com os demónios e disse ao Branco e ao Titi que estavam certos e que eu estava disposto a ajuda-los nos seus planos.

Depois desse momento, eu, Titi, Branco e Daniel fomos para a reunião. Naquele momento, os irmãos convidados à reunião começaram a chegar no local, e o Titi indicou-lhes lugares aonde deveriam assentar-se. Quando todos eles se assentaram, o Titi começou a bater na Della e Elsa. O Titi lhes dissera que deveriam pôr paz entre elas porque estavam em desavença e ordenou-lhes que abraçassem e elas abraçaram. Mesmo assim o Titi continuou a bater nelas. A seguir partiram para a Nélita e bateram nela. Disseram-lhe que ela tinha pecados escondidos. Depois mandaram o Rosalino sair da reunião dizendo-lhe que Deus não queria que ele fosse mexido nesse dia. A seguir, passaram a bater no Cecílio com socos, pontapés e com pau, dizendo-lhe que ele tinha pecados escondidos e que ele tinha colocado a carteira em cima da Bíblia. Posteriormente passaram para o Admildo e Adilson de Vóvó. Bateram neles com pauladas dizendo-os que eles tinham pecados escondidos. No fim disseram a todos os irmãos que foi Deus e Inácio quem ordenou que eles fossem açoitados e que se por acaso eles continuassem em pecados que ele os açoitaria mais ainda.

Eu, Branco, Titi e Daniel, saímos daquela reunião e entramos no quarto do Titi e do Branco. O Titi disse que o Inácio está armado em esperto mas que desta viagem eles o apanhariam de surpresa. Ele disse ainda, que a partir do dia seguinte, ele bateria nos irmãos mais ainda, como forma de levá-los a revoltar contra Deus e contra a igreja e que assim passariam (o Titi e o Branco) a mandar na igreja. Os demónios me disseram que o Titi estava certo e eu concordei no que ele disse.

Depois disto, o Titi e o Branco me disseram para que eu ficara a controlar o Inácio em todo seu movimento tanto para o terraço como para o apartamento de recuperação. Eles me disseram também, que assim que ele estivesse sozinho no terraço, para que eu fosse chamá-los, que eles viriam, e que nós os três matá-lo-íamos com uma facada e depois jogaríamos o seu corpo do terraço. Assim, os irmãos pensariam que o Inácio matou a sua própria cabeça, por ter ordenado que o Titi e o Branco açoitassem a igreja. Nesse momento, os demónios me disseram que esse plano que o Titi fez era bom plano. Concordei com os demónios e disse ao Titi que estava disposto a controlar o Inácio, e, para que eles ficassem atentos, que assim que eu estivesse pronto, eu lhes daria toque pelo telemóvel e eles iriam achar-me em cima do terraço e assim o mataríamos. Desde aquele dia fiquei a controlar o Inácio. Por isso, assim que eu via o Inácio sozinho no terraço, preparava para chamar o Titi e o Branco, mas logo em seguida aparecia algum irmão que ia ter com ele, e já não chamava mais o Titi e o Branco. Continuei a espreita-lo até que um dia o Inácio estava sozinho. Eu preparei logo para telefonar Titi e Branco, mas logo o Zequinha e o Clá foram ter com ele, e já não telefonei o Branco e o Titi mais. Depois voltei para o quarto do Branco e do Titi. Aí eu disse-lhes que o plano não deu certo, mas que eu ficaria a espreitar até pega-lo. O Titi e o Branco me disseram para que eu não preocupasse, que o dia chegaria. Depois eu saí dali.

No dia seguinte, os demónios me disseram para que eu fosse tomar a lista dos irmãos que iriam ser açoitados na próxima reunião. Concordei com os demónios e fui para o quarto pedir ao Titi que me desse a lista dos irmãos que iriam ser açoitados. O Branco e o Titi me disseram que estava na lista o Tchico, Agilson, Liu, Di, Patrícia Grande, Carlos Delgado, Admildo e Daniel. Depois eu e o Branco saímos do quarto e fomos informar a esses irmãos que tínhamos reunião às 21horas. Quando a hora da reunião se aproximava, fui para o quarto do Titi e Branco, e ele (Titi) me disse que hoje era último dia que iriam bater nos irmãos, porque ele tinha um trabalho mais fino a realizar no centro e que eles precisavam da minha ajuda. Os demónios em mim disseram-me para aceitar. Logo concordei e disse ao Titi que aceitaria. Os demónios me disseram ainda para pedir ao Titi e Branco que me ajudassem a bloquear também, para que eu pudesse bater nos irmãos. Então o Titi me disse para fechar os olhos e olhar para cima e que os demónios me bloqueariam. Eu concordei e fiz o que o Titi me disse. Mas não senti que estava bloqueado. Então eu disse ao Titi que não bloqueie. Ele me disse para não preocupar, que em breve eu seria bloqueado. A hora da reunião deu e fomos para a reunião e encontramos os irmãos dentro da sala da reunião à nossa espera. A partir desse momento o Titi começou a bater com pau no Agilson enquanto o Branco esbofeteava o Tchico. Pouco tempo depois, o Titi deixou o Agilson e passou para o Admildo e ele bateu-lhe com pau na sola dos pés. Enquanto isso o Branco passou a bater com o cabo da vassoura no pé do Di. A seguir o Titi passou a bater na Liu, mas na mão. Depois o Titi passou a bater no Carlos Delgado e ele deu-lhe com pau nas mãos. Por último, o Titi açoitou o Daniel e ele lhe disse que iria bater nele até matá-lo. Ainda ele disse à Liu para chamar o seu profeta ou para pedir a Deus que impedisse aquilo de acontecer. No fim, o Titi disse a todos os presentes naquela reunião, que foi Deus e o Inácio quem mandaram que eles fossem açoitados. Logo ele perguntou-lhes se eles teriam ainda a coragem de considerar o Inácio como profeta. O Titi disse ainda que ele os mataria nesse lugar.

Depois desta reunião, fomos para o quarto, eu o Titi e o Branco. Aí o Titi e o Branco ficaram a escarnecer da forma como os irmãos reagiam quando eram açoitados. Nesse momento os demónios me deram ânsia para que eu escarnecesse junto com eles; eu concordei com os demónios e fiquei a escarnecer junto com eles. Eu disse-lhes que esses irmãos tomaram pau bem tomado e que o Titi e o Branco deveriam matá-los e que eu tinha raiva deles. O Titi disse ao Branco, para pararem uma semana de açoitar a igreja, e que, em vez disso, passariam a usar uma outra manha de forma a enganar a igreja. O Branco disse ao Titi para usarem de mansidão com os irmãos e para que fossem comer sopa em alguns momentos, e que com este plano conseguiriam tomar computadores tanto dos irmãos da igreja como do Inácio. Em seguida, o Titi disse ao Branco, que tinham que estudar uma forma de tomarem o ipod do Inácio, visto que ele não tinha nada a fazer com aquele ipod. Eles voltaram para mim e me disseram para ficar ciente aonde é que os irmãos guardavam dinheiros, computadores, mp3, perfumes e aonde é que o Inácio tinha colocado o seu ipod, para que eu fosse informar-lhes. Os demónios me disseram que o Titi e o Branco estavam certos para que eu colaborasse com eles; concordei e disse ao Titi que ele estava certo e que eu estava dispostos a colaborar com eles, porque os irmãos da igreja e Inácio eram maus. Depois desse dia, eu vi o Guto colocando dinheiro numa mochila no seu quarto. Os demónios me disseram para que eu fosse dizer ao Branco e Titi. Eu Concordei e fui dizer-lhes que vi o Guto a guardar dinheiro dentro da sua mochila no quarto. Eles me mandaram esperar e foram tomar o dinheiro no Guto. Pouco tempo voltaram com aquele dinheiro. Depois me disseram para que eu ficasse calado. Naquele mesmo momento, eles me deram pão leite. Logo os demónios me disseram para tomar e comer aquela comida; concordei, tomei aquela comida e comi. Quando comi, o Titi me disse para que fosse ter com o Inácio e fingir que iria dar-lhe relatório, mas como uma forma descobrir aonde é que ele colocava o seu ipod. Os demónios me disseram para que eu fosse; concordei com os demónios, e eu disse ao Titi que não tinha problemas, que eu iria. Saí do quarto e fui para o apartamento do Inácio. Bati e o Inácio abriu-me a porta. Eu disse-lhe que precisava dar-lhe relatório. Aí, nós entramos para o seu quarto, ele mandou-me assentar, eu assentei e ele assentou-se também. Comecei a dar-lhe relatórios mas fingido, e, enquanto isso, estava ciente para descobrir aonde é que ele tinha colocado o ipod, até que eu o vi. Quando eu vi o ipod, os demónios me disseram para parar a conversa com o Inácio e para que eu saísse; eu concordei, parei a conversa e fui logo informar Titi e Branco aonde é que o ipod estava. Eu disse-lhes que já sabia aonde é que o ipod estava; logo o Titi e o Branco ficaram muito contentes e me abraçara e me disseram que eu era um diabo e o grande amigo deles. Depois o Titi disse ao Branco que eles tinham que estudar como apanhar o Inácio aquele ipod. Ele disse ao Branco que fariam assim: que iam bater na porta do Inácio e que quando ele abrisse a porta, diriam para ele que queriam falar com ele na sala. E que quando o Inácio começasse a falar com eles na sala, o Branco continuaria a conversar com Inácio mas que o Titi fingiria que iria para a casa de banho, e ele apanharia aquele ipod. Depois disto, falariam mais um pouco com ele e depois sairiam. O Titi disse-me para que eu ficasse dentro do quarto e que voltariam logo. Partiram para o apartamento do Inácio e eu fiquei a esperar-lhes. Passado aproximadamente 30 minutos o Branco e o Titi voltaram. Disseram que o plano não Tinha dado certo porque o Inácio foi esperto com eles uma vez que ele não os recebeu na sala, mas para que eu não preocupasse, que chegaria o dia em que apanhariam aquele ipod. Eu saí do quarto e fui para o quarto do Tó Márcio. Chegando ali, vi o Tó colocando telemóvel e dinheiro dentro de uma gaveta. Os demónios me disseram para que assim que o Tó saísse do quarto para que eu fosse dizer ao Titi e Branco para que fossem apanhar aquele telemóvel e o dinheiro. A partir desse momento concordei com os demónios e disse ao Tó que eu iria deixar-lhe porque iria descansar um pouco. Fui para o quarto do Branco e Titi. Eu disse-lhes que o Tó tinha dinheiro e telemóvel dentro da gaveta. O Titi e o Branco saíram logo e voltaram depois de aproximadamente 10 minutos só com dinheiro. Eles disseram-me que não conseguiram o telemóvel porque o Tó foi esperto e não deixou-o na gaveta. Os demónios disseram-me para que eu dissesse ao Titi e o Branco para darem expediente numa sopinha porque estava com fome. Eu concordei com os demónios e disse ao Titi e Branco para darem expediente numa sopinha porque estava com fome. O Branco me disse para esperar. O Branco desceu para dar expediente. Posteriormente, passado algum tempo o Titi e o Branco me disseram que se eu colaborasse com eles e não dissesse nada ao Inácio nem a ninguém, que eu comeria o que quisesse. Que eles dariam expediente no que eu queria e que se os irmãos da igreja não colaborassem teriam problemas com eles.

Logo a seguir, o Titi e o Branco passaram a armar novos planos. O Titi disse ao Banco, que ele iria ficar manso por algum tempo, de forma a enganar os irmãos e ao próprio Inácio. Ele disse ainda, que ele iria servir de porteiro na porta e que o Branco ficaria a limpar apartamento de recuperação e caixa de escada, para confundirem os irmãos que eles estavam certos e que o Inácio é que estava errado.

No dia seguinte o Titi foi para porta. Ele revistava a todos os membros com mansidão chamando-os de irmãos. Nesse momento estava ali na porta e assisti tudo isso. A seguir subi para o apartamento de recuperação e encontrei o Branco limpando apartamento e caixa de escada. Quando o Titi saiu da porta ele subiu para o terraço e foi comer sopa como outros irmãos, dizendo que ele estava livre e que tinha escolhido comer sopa assim como os outros irmãos. Naquele momento estava em cima do terraço o irmão Isaías, eu e outros irmãos. Depois o Titi voltou para o quarto e encontrou-me ali com Branco. Ele nos deu a mão e disse ao Branco que fizeram um grande trabalho hoje ao despistarem em limpar apartamento, caixa escada e servir de porteiro na porta; mas que no dia seguinte começaria uma nova cessão de reuniões e açoitamentos. O Titi mandou-me que fosse chamar o Daniel para ir responder-lhe. Fui para o terraço e informei ao Daniel que fosse responder o Titi e o Branco. Quando o Daniel chegou, o Titi lhe disse que iriam bloquear-nos (a mim e ao Daniel), para que fossemos açoitar os irmãos. O Daniel disse que não tinha problema, que ele tinha vontade para aquilo acontecer para que ele pudesse bater naqueles irmãos que sentia raiva. O Titi disse ao Daniel que eles iriam bloquear o Clá também para o mesmo fim. Depois advertiram ao Daniel que se ele fosse contar a qualquer pessoa do plano que tinham que eles o matariam com pau. O Daniel disse que ele não contaria a ninguém. Depois disso, eu e o Daniel saímos do quarto e o Daniel disse ao Clá que eles iriam ser bloqueados para açoitarem os irmãos. O Clá ficou a sorrir e ele disse que não tinha problema. Depois nós saímos perto um do outro.

Num outro dia à tarde, o Titi e o Branco apanharam pau e foram até o Gi Barreto. Disseram-lhe que os demónios voltaram. Pegaram o Gi B. e o levaram até o quarto aonde o Marcelino está residido actualmente. O Titi colocou o Gi B. com a barriga no chão e bateu-lhe com um tubo na polpa, costa e olho do pé até que o tubo quebrou. Depois o Titi disse ao Gi B. para que ele fosse mas calado e que bateram nele porque foi Deus e o Inácio quem ordenaram. O Titi foi para a porta de saída do apartamento de recuperação, eu (Cando) fui junto com ele. Naquele momento o Dino Bairro estava a descer a escada e assim que ele viu o Titi ele correu para a sua tenda e o Titi foi atrás dele até a sua tenda. A seguir o Titi desceu e ele chamou-me a mim e ao Daniel para que fossemos responder-lhe urgente. Quando entramos no quarto encontramos o Branco ali. O Titi nos disse que ele não mexeria connosco mas que hoje tinha uma nova remessa de irmãos a serem açoitados. Logo os demónios me disseram para que eu dissesse ao Titi que eu os pagaria (com perfume, sapato e dinheiro) para que ele açoitasse uma pessoa. Eu concordei com os demónios e disse ao Titi que eu iria pagá-lo com dinheiro, perfume, sapatos e roupas para açoitar uma pessoa. Aí, o Titi perguntou-me quem era aquela pessoa. Eu lhe disse que era o Carlitos e Zequinha. Depois eu disse-lhe para esperar-me e que eu voltaria já. Fui para o quarto aonde residia, apanhei 2000$00, um par de sapato e um perfume. Voltei para o quarto aonde o Branco e o Titi se encontravam, e dei ao Titi os 2000 escudos para repartir com o Branco e dei ao Branco aquele par de sapato junto com o perfume. Logo o Titi mandou-me escrever num papel os nomes de Zequinha, Dino Bairro, Carlitos, Admildo, Di de Liu, Liu, António, Lino (Acã), Lindo, Dina de EUA, Adilson, Guto, Nelita. Depois disto, ele mandou o Daniel dizer-lhes que teriam reunião com esses irmãos depois do ensaio. O Daniel saiu e eu também fui descansar um pouco. Naquele momento quando saímos deixamos o Noia dando relatórios ao Titi. Um pouco antes da reunião começar, fui encontrar com o Titi e com o Branco outra vez no seu quarto. O Titi me disse que ele iria açoitar esses irmãos até sangrarem, depois ele lhes perguntaria aonde é que está o profeta e o Deus deles e se o profeta deles manda que eles fossem açoitados assim. Logo a seguir partimos para reunião. O Titi começou logo a agredir violentamente o Carlitos e o Zequinha, perguntando-os aonde estava o profeta deles e o seu Deus e que foi o seu profeta quem ordenou que fossem açoitados. Perante isso os demónios me deram vontade de escarnecer deles; eu concordei e fiquei escarnecendo deles. O Branco também fez a mesma coisa. Ele começou a bater nos irmãos e a perguntar-lhes aonde é que se encontrava o profeta. Quando bateram bastante nesses irmãos eles disseram-lhes que foram Deus e o profeta Inácio quem ordenaram que fossem açoitados e que eles os matariam naquele lugar. Em seguida, nós (eu, Ti, Branco e Daniel), voltamos para o quarto. Quando entramos no quarto o Titi e o Branco começaram a dançar e disseram assim: “Keli quê sabura, nu ta manchi e nu ta basáz cu pau ti ki nu pôs revolta cu Deus e Inácio”. Continuaram a dançar e a imitar em tom de escárnio a forma como os irmãos tinham comportado durante o momento em que estavam sendo açoitados. Eu concordei com isso, e passei junto com o Daniel a escarnecer desses irmãos também, e eu disse ao Titi e Branco que eram eles que estavam a mandar. Naquele momento senti uma grande fome. Os demónios me disseram para que eu dissesse ao Titi para dar-me expediente na comida. Concordei com os demónios e disse ao Titi para que ele fosse dar expediente na comida. O Titi desceu e foi dar expediente na comida. Quando ele desceu, os demónios me disseram que o Titi e o Branco açoitaram bem açoitados esses irmãos. Eu concordei com os demónios, e disse ao Branco que haviam açoitado bem açoitados aqueles irmãos porque eram maus e que têm mania de ver coisas e ir contar ao Inácio. Depois o Titi chegou com pão e leite. Ele me disse para comer a vontade e que se não chegasse ele mandaria buscar uma outra comida. Eu e o Daniel comemos. Depois o Titi e o Banco disse-nos para que fossemos deitar.

De manhã fui procurar o Branco e o Titi no seu quarto. Quando cheguei ali, encontrei-os já de pé. Eles me disseram para ficar ciente no Inácio porque iam tomar uma coisa lá em baixo. Me disseram ainda, que se eu sentisse o Inácio a fazer algum movimento para eu avisá-los rapidamente. Os demónios me disseram logo que o Titi e o Branco estavam certos e que se fossem tomar alguma coisa (portáteis, móveis, dinheiros, etc) em algum irmão, para eu avisar o Titi e o Branco se por acaso o Inácio desse conta. Concordei com os demónios, e disse ao Titi que não tinha problema, que eu ficaria a controlar o Inácio e qualquer coisa eu os avisaria. O Titi e o Banco disseram-me que eles iriam para o orfanato de rapazinhos procurar ali algumas coisas que precisavam e me colocaram a vigiar o Inácio. Eu concordei. Logo dei uma volta para o terraço para ver se o Inácio estava por ali. Como não o vi por ali, eu disse-lhes que o Inácio estava no seu quarto e que eles podiam descer que eu ficava a controlá-lo. Quando desceram, fiquei perto da porta do apartamento de Recuperação ciente no Inácio para que se ele ouvisse alguma coisa, logo eu avisaria o Branco pelo telemóvel. Mas o Inácio não apareceu naquele momento. O Branco e o Titi subiram do orfanato e me disseram para que fossemos para o quarto. No quarto mostram-me um telemóvel, e disseram-me que tomaram aquele telemóvel de um rapazinho, e que ele não tinha nada com telemóvel. Logo, os demónios me disseram que eles tomaram bem tomado aquele telemóvel e que crianças não tinham nada que ter telemóveis como disseram. Depois eu saí do quarto, encontrei com o Daniel e ele mostrou-me um telemóvel novo que a sua irmã mandou-lhe do estrangeiro. Logo os demónios me disseram para que eu fosse dizer ao Titi e Branco que o Daniel tinha um telemóvel novo, para que fossem tomar à força aquele telemóvel. Concordei e fui dizer-lhes que o Daniel mostrou-me um telemóvel novo em folha, que a sua irmã mandou-lhe do estrangeiro. O Titi e o Branco me disseram para esperá-los e foram em tiro tomar aquele telemóvel no Daniel. Passado alguns minutos o Branco veio com aquele telemóvel na mão e o Titi veio atrás dele. O Branco me disse que ele deu o Daniel um soco na barriga e que o Titi deu-lhe uma bofetada, que torceram-lhe o braço, tomaram o telemóvel e disseram-lhe para que ele fosse assentar e para que ele não desse nenhum pio. Os demónios me disseram que eles tomaram o Daniel o telemóvel bem tomado; eu concordei e disse ao Banco que eles fizeram bem em tomar o Daniel aquele telemóvel e que ele é atrevido. Depois saí e fui para a casa do meu tio. Voltei com 500 escudos que o meu tio me deu. Os demónios me disseram para pagar o Titi para que ele batesse no Carlitos. Eu concordei, e paguei ao Titi esse 500 escudos para que ele batesse no Carlitos. Logo o Titi mandou-me chamar o Carlitos. Quando ele entrou no quarto, o Titi bateu-lhe no ouvido, e ele disse-lhe que bateu-o porque ele estava atrevido, para que ele não fizesse mais atrevimento. Quando ele saiu, eu e o Titi ficamos a escarnecer do Carlitos.

Nesse mesmo dia o Titi e o Branco me disseram que iriam tomar uma coisa lá em baixo rápido, para que eu controlasse o Inácio. Eu concordei, logo o Titi e o Branco desceram. Passado pouco tempo o Inácio desceu e foi ter com o Titi e o Branco e não tive tempo de avisá-los. De onde eu estava ouvi o Inácio dizendo-os para que não fizessem aquilo nunca mais, porque senão teriam problemas com ele. O Titi e o Branco subiram furiosos e chamaram-me para que eu fosse responder-lhes no quarto imediatamente. Estando ali, me perguntaram com muita raiva se eu não havia controlado o Inácio. Eu disse-lhes que não consegui avisá-los porque o Inácio foi de repente. O Branco disse ao Titi para não fadigar, que eles apanhariam o Inácio certo e que eles o jogariam do terraço. Depois disso, o Branco e o Titi disseram-me para que eu fosse descansar e para que no dia seguinte eu fosse encontrar com eles bem cedo. Fui descansar. No dia seguinte, quando eu vinha bem cedo para o apartamento de recuperação, encontrei o Carlitos no corredor com dinheiro nas mãos. Logo os demónios me disseram para que eu fosse informar ao Titi e ao Branco que o Carlitos estava com dinheiro nas mãos. Eu concordei e fui rápido informar ao Titi e ao Branco que o Carlitos estava com dinheiro nas mãos. O Titi e o Branco saírem em tiro e partiram para o Carlitos. Pouco depois voltaram com mil e tal escudos nas mãos e disseram-me que fiz bom trabalho. E, eu disse-lhes que o Carlitos é atrevido.

Logo a seguir, o Titi e o Branco me disseram que iriam montar um plano de matar o Inácio sem que ninguém desse conta. O Titi me disse para que eu ficasse a espionar o Inácio em todas as suas movimentações e para que eu fosse sempre para o seu apartamento fingindo que ia cumprimentar-lhe ou que eu ia dar-lhe relatórios. Ele me disse ainda, que quando eu estivesse sozinho com o Inácio no seu apartamento nos momentos em que eu ia dar-lhe relatório ou cumprimentar-lhe, para que eu lhes desse só um toque pelo telemóvel e que eles iriam e matariam o Inácio sem que ninguém desse conta, a não ser nós três. O Titi me disse também para manter atento nos momentos em que o Inácio ia para o terraço e que ele estivesse sozinho, porque assim o matariam com uma facada e o jogariam do terraço. E logo que o Titi terminou de me falar estas palavras, os demónios em mim me colocaram ódio do Inácio e me mostraram na mente muitos comportamentos repreensivos dele que eu não gostava e que me irritava e magoava muito, eu concordei e aceitai logo o que o Titi e os demónios em mim me pediam contra o Inácio e fiquei a vigiar a sua movimentação isolada e a entrar no seu apartamento para fingir dá-lo relatório a fim de ver se o encontrava sozinho ali e comunicar ao Titi. Assim, fui ao apartamento do Inácio varias vezes com essa intenção, mas sempre que o encontrava sozinho no seu apartamento, o Titi e o Branco não se achava no centro, e todas as vezes que eu via o Inácio sozinho em cima do terraço, preparava para dar o sinal ao Titi e ao Branco para que eles viessem, mas pouco depois, alguns irmãos apareciam se surpresa no terraço e ficavam ali a conversar com ele, logo o plano ia para água baixo. Isso aconteceu por várias vezes. Também, todas as vezes que eu ia para o seu apartamento com o plano de matá-lo da forma que eu já tinha combinado com o Branco e o Titi, sempre encontrava pessoas no seu apartamento. Depois eu disse ao Titi e ao Branco que aquele plano estava difícil; mas eles me disseram para que eu não preocupasse e que o seu dia chagaria como se fosse o dia de Jesus.

No dia seguinte, fui encontrar com o Titi e o Branco no quarto. O Titi me disse que ele tinha que tomar os portáteis da Elsa e da Neia e que iriam quebrar o portátil da Della. Disseram-me ainda, que iriam tomar todos os telemóveis que tiram fotos, nos irmãos da igreja e que a Elsa estava armada em atrevida e “bazófa” mas que eles tomariam toda a sua roupa e sapato, dizendo que fizeram isso por ordem do Inácio, para que assim, a Elsa revoltasse contra o Inácio e abandonasse de uma vez por todas a igreja. Naquele instante, os demónios me disseram na mente que a Elsa é atrevida e que ela arma sempre em bom. Eu concordei e disse ao Titi  e ao Branco que a Elsa é atrevida e que ela arma sempre em bom, e para que eles tomassem nela toda a sua roupa e sapato e que assim ela abandonaria a igreja de vez. O Titi me disse para que eu não preocupasse e que colocariam aquele plano na prática em breve. De seguida, o Titi e o Branco me disseram que eles iriam bloquear-me, para bater, tomar telemóveis e para que violar as mulheres da igreja. Os demónios logo me disseram na mente para dizer ao Titi e ao Branco para que eles me bloqueassem e que já fazia muito tempo que eu estava à espera disso. Concordei, e eu disse ao Branco para bloquear-me e que eu tinha vontade disso acontecer para poder bater, tomar telemóveis e violar mulheres no centro. A seguir eu senti fome; os demónios me disseram para dizer ao Titi e ao Branco que já estava farto de comer sopa para que me dessem expediente em pão e leite para comer. Eu concordei com os demónios e disse ao Titi e ao Branco que eu já estava farto de comer sopa para me darem expediente em pão e leite para comer. Imediatamente o Titi foi buscar pão e leite e trouxeram-me para comer. Nesse mesmo momento, ele me recordou que eu deveria estar sempre atento no Inácio, para quando aparecer alguma oportunidade eu fosse avisá-los sem medo. Os demónios me disseram para dizer ao Titi que não tinha problema. Concordei e disse ao Branco e ao Titi que não havia problemas e que se ele quisesse que eu iria ver se o Inácio estava em cima do terraço ou no apartamento. O Titi me disse que sim. Fui logo para o seu apartamento mas disseram-me que ele não estava ali. Fui para o terraço e o vi ali sozinho. Logo preparei para chamar o Titi e o Branco, mas no mesmo momento o Adilson de Vovó e o Daniel foram ter com ele, já não telefonei mais ao Titi e Branco. Eu desci para o apartamento de recuperação informei ao Titi e Branco que ia telefonar-lhes, mas que o Daniel e o Adilson foram conversar com o Inácio. Logo o Titi me disse que não tinha problema, mas que eu continuasse a fazer o meu trabalho e que chegaria o dia em que o mataríamos. Eu saí do quarto e encontrei com o Clá no corredor e os demónios me disseram para informar ao Clá que ele iria ser bloqueado para bater nos irmãos. Concordei com os demónios e disse ao Clá que ele também iria ser bloqueado para que ele fosse usado para bater nos irmãos. O Clá ficou sorrindo, e disse que se eles o bloqueassem ele não tinha nada a fazer. Num outro dia fui para a ilha do Fogo ver a minha mãe e o meu pai. Passado dois dias no Fogo, o Branco ligou-me e disse que ele e o Titi já tinham tomado os portáteis da Elsa e da Neia e que foram vende-los na fora; disseram que quebraram o portátil da Della, que tomaram roupas e sapatos na Elsa e todos os telemóveis que tiram fotos dos outros irmãos no centro. O Branco me disse também que o Titi foi morar no Safende mas que ele viria para o centro fazer trabalhos e depois voltava para o Safende. Posto isso, ele pediu-me para dar expediente num bom stique, perfume e Creme para ele e Titi. Imediatamente os demónios me disseram para dar expediente porque são meus amigos. Concordei com os demónios e fui até um amigo meu (Valter) e disse-lhe para arranjar-me um bom perfume. Logo no momento ele me deu um bom perfume que valia 6000 mil escudos. Pouco depois voltei para casa e os demónios me disseram para mentir ao meu pai dizendo-lhe que não tinha perfume nem creme para que ele me arranjasse perfume e creme. Concordei com os demónios e disse ao meu pai que não tinha perfume e que estava cheirando mal para ele arranjar-me um perfume e creme. O meu pai foi apanhar um perfume e creme e ele me trouxe. A seguir telefonei ao Branco, eu disse-lhe que dei expediente em dois perfumes e cremes para ele e Titi. O Branco me disse para levar-lhes um troco também. Logo os demónios me disseram na mente para mentir para o Djino (um amigo meu) que eu precisava de um troco para comprar algumas coisas. Concordei com os demónios e fui até o Djino e lhe disse para me dar um troco que precisava para comprar algumas coisas. O Djino me deu 3000 escudos. No dia seguinte voltei para a Praia. Cheguei no centro por volta das 9 horas. Encontrei com o Branco na porta principal, ele me deu uma mãozada e disse que o seu irmão chegou. Subimos directamente para o quarto do Branco. Estando ali, abri a maleta e dei ao Branco aquele perfume de 6000 escudos e um creme. O Branco me disse que eu sou o seu amigo mesmo. Eu disse-lhe para que ele chamasse o Titi para entregar-lhe a sua parte também. Logo ele chamou o Titi. Passado aproximadamente 10 minutos ele chegou no centro. Quando o Titi chegou ele deu-me mãozada, e eu dei lhe o perfume de 4000 escudos e mais 2000 mil escudos em dinheiro e ao Branco dei 1000 escudos. Depois os demónios me disseram para dizer ao Titi para bater Adilson no ouvido. Eu concordei com os demónios e disse ao Titi para que ele batesse o Adilson no ouvido. O Titi chamou o Adilson e bateu nele e disse-lhe para deixar de atrevimento e para que ele calasse a boca. Depois o Titi me disse que ele iria para casa dar um expediente. No dia seguinte eu estava como porteiro, o Titi veio para o centro com uma grande faca, ele me disse que iria tomar o Inácio aquele ipod. Ele me disse para ficar calado. Os demónios me disseram para dizer ao titi que ele estava certo. Concordei com os demónios e disse ao Titi que ele estava certo e para fazer o que queria. Passado 40 minutos aproximadamente, o Titi desceu, tirou o ipod de dentro da calça, e me disse que furtou o Inácio aquele ipod, e ele não deu conta. Logo eu disse-lhe que ele furtou bem furtado. Depois o Titi saiu.

Mais tarde saí da porta e fui ter com o Branco. Os demónios colocaram-me raiva do Carlitos, dizendo-me que ele é atrevido, que ele não gosta de mim e para pagar o Branco para esbofetear-lhe. Concordei com os demónios e fui dizer ao Branco para que ele fosse esbofetear o Carlitos e que eu o pagaria. O Branco foi e esbofeteou o Carlitos na minha frente. A seguir, eu e o Branco fomos para o quarto, e eu lhe dei 500 escudos. A seguir o Branco me disse que ele iria sair para a rua e que voltaria logo. Passado aproximadamente 30 minutos o Branco voltou para a casa outra vez. Quando ele chegou, foi sozinho e directamente para o seu quarto. Passado uns 10 minutos o Daniel chamou-me para que eu fosse ver uma coisa rápido. Quando desci para o apartamento, o Daniel me disse para sentir cheiro de droga vindo do quarto do Branco. Logo os demónios me disseram para dizer ao Daniel que eram os demónios quem estavam dando-nos foco no nariz, mas como uma forma de despistar o Daniel. Eu Concordei e disse ao Daniel que eram os demónios quem estavam dando-nos foco no nariz. O Daniel insistiu que o Branco estava fumando drogas. Logo o Branco abriu a porta e pegou o Daniel no peito da camisa e o levou para dentro do quarto e ele ameaçou-o dizendo que se ele falasse alguma coisa ele morreria. Depois o Daniel saiu, o Branco me disse para manter calado, eu concordei e fiquei com calado. Passado mais um bom tempo o Branco voltou a sair. Aproximadamente 1 hora depois ele voltou para casa. Quando ele voltou eu estava no apartamento. Ele me disse que iria dar um expediente e que se eu sentisse o Inácio abrindo a porta do seu apartamento para que eu fosse comunicar-lhe. Os demónios me disseram para controlar o Inácio. Concordei e fiquei controlando-o mas ele não apareceu. No dia seguinte, o Titi voltou para o centro com uma faca grande. Eu e o Branco estávamos no quarto. O Titi foi para ali, ele me disse que iria matar o Inácio com aquela faca. Logo ele mandou-me para que eu fosse controlar o Inácio, e saber se ele estava no apartamento ou não. Os demónios me disseram para que eu fosse ver se o Inácio estava no apartamento para que o Titi o matasse. Concordei com os demónios e fui logo para apartamento do Inácio, eu despistei e cumprimentei o Inácio, saí logo e fui dizer ao Titi que o Inácio estava no seu apartamento. Logo o Titi colocou aquela faca no seu calção e dirigiu para o apartamento do Inácio a fim de matá-lo. Passado pouco tempo fui para a janela e vi o Titi saindo do centro.

Mais tarde, fui para o quarto do Branco e ele me disse que iria tratar um grande  assunto com o Inácio, mas que ele tinha que usar de muitas artimanhas para poder falar com ele. Os demónios me disseram para perguntar ao Branco qual era o assunto. Eu concordei com os demónios e perguntei ao Branco qual era o assunto. O Branco me disse que ele iria contar-me mas que se eu abrisse a boca e fosse contar ao Inácio que ele me cortaria em pedaços. Ele me disse que estava totalmente apaixonado pela Vera e que ele tinha que casar com ela. Ele disse ainda que se o Inácio impedisse-o de casar com a Vera, ele arranjaria um novo plano para matá-lo mais rápido do que o plano anterior. O Branco foi para o apartamento do Inácio e passado bom tempo ele voltou. O Branco me disse que ele foi falar com o Inácio acerca do seu casamento mas que ele mostra que é contra o casamento e que ele não aceita que ninguém case. Depois o Branco saiu do quarto e desceu e eu desci junto com ele. Encontramos a Patrícia no corredor e o Branco disse-lhe que ela estava bonita e que ele tinha vontade de casar com ela. A Patrícia ficou sorrindo e disse ao Branco para deixar de brincadeiras, depois o Branco saiu do centro.

No dia seguinte de cedo, eu estava como porteiro, o Titi veio, eu abri a porta e ele entrou. Ele mostrou-me uma faca grande e ele me disse que iria tomar o portátil do Inácio e todos os outros portáteis que estavam no centro, e para que eu ficasse calado. Os demónios me disseram para não avisar ao Inácio nem à polícia e para deixar que o Titi levasse todos os portáteis do centro. Eu concordei e manti tranquilo sem chamar o Inácio nem a polícia. Passado aproximadamente 30 minutos o Titi desceu com dois ou três portáteis. Ele disse que no Inácio ele tomou o portátil a força, mas que os outros portáteis ele os apanhou escondido, mas para que eu ficasse calado. Os demónios me disseram para ficar calado e não informar ao Inácio acerca dos outros portáteis que o Titi roubou. Concordei e fiquei calado. Depois, o Tó de Djidjê o Di de Liu perguntaram-me se eu tinha visto o Titi levando outros portáteis. Logo os demónios me disseram para dizer que não vi. Concordei e disse que eu não tinha visto se ele tinha lavado outros portáteis. Depois o Inácio mandou o Samuel, acompanhado com outros irmãos que agora não lembro, para que fossem fazer uma participação na esquadra. A partir daí o Inácio proibiu o Titi de entrar no centro e mandou avisar todos os porteiros.

Mais tarde por volta das 15 horas o Branco voltou da Assomada. Eu encontrei com ele no apartamento de recuperação e informei-lhe que o Titi levou o portátil do Inácio. Logo ele me disse que o Titi fez um bom trabalho. Ele disse ainda que o Titi deveria matar o Inácio, assim como ele (Branco) deseja matá-lo. Depois o Branco me disse que ele iria até o Titi tomar a sua parte, e para que eu ficasse calado; concordei e fiquei calado. À noite o Branco voltou para casa, e ele me disse que o Titi já tinha vendido um dos portáteis e que ele tomou a sua parte. Nesse momento, o Branco me disse também que o nosso plano de controlar o Inácio ainda estava de pé. Ele me disse que o Titi não podia entrar no centro, mas que nós dois conseguiríamos realizar esse plano, e para que eu ficasse calado, atento e com saldo pronto para que assim que conseguíssemos uma chance o mataríamos e depois chamaríamos o Titi que viéssemos mandar na igreja. Eu concordei e disse ao Branco que ele estava certo e que eu estava pronto a fazer tudo o que ele mandar. O Branco me disse que ele iria ter uma conversa muito séria com o Inácio, acerca do seu casamento com a Vera, e que se o Inácio desse para doido que ele o daria com um soco dentro do peito até levá-lo à parede. Logo ele saiu do quarto e foi ter com o Inácio. Passado um bom tempo o Branco foi encontrar-me no seu quarto, e ele disse-me que o Inácio não queria render-se perante o seu casamento. Ele disse que a daí ficaríamos a vigiar o Inácio em cima do terraço e no seu apartamento para que o eliminássemos de vez; assim, ele não intrometeria mais no casamento de ninguém. Depois os demónios me disseram que o Branco estava certo e para eu fazer aquilo que o Branco mandar. A partir daí passamos zelosamente a espioná-lo, mas nunca conseguimos encontrar chance para que o matássemos, porque sempre aparecia pessoas a volta do Inácio. Depois o Branco me disse para que eu não preocupasse, e que ele o mataria com veneno. Os demónios me disseram que este plano estava certo eu concordei com os demónios e disse ao Branco que estava pronto a ajuda-lo nesse plano. O Branco me disse, para que eu não preocupasse e que desta volta o Inácio nos cairia dentro da mão e que não haveria nada que impediria que ele caísse na nossa mão. O Branco chamou o Titi naquele momento e ele lhe disse para não preocupar, que ele o colocaria de novo dentro do centro, e que o plano já estava montado para cassar o Inácio bem cassado desta volta. Depois o Branco disse-me que ele iria descansar um pouco e eu disse-lhe que iria para o terraço. Quando cheguei no terraço, encontrei o Inácio ali, falando com o Admildo e o Clá. Os demónios me disseram para que eu ficasse ali a espreitar se eles sairiam de perto dele para comunicar ao Branco. Eu concordei com os demónios e fiquei ali esperando a que horas ele ficaria sozinho. Passei um bom tempo ali. Mas, o Inácio no fim ele desceu junto com o Admildo e o Clá. Quando desceram eu desci atrás deles, e fui dizer ao Branco que o Inácio estava em cima do terraço mas que ele esteve sempre acompanhado. O Branco me disse para não preocupar, e para que eu continuasse no meu trabalho, mas que ele levantaria o plano de envenená-lo em breve. A seguir, o Branco telefonou o Titi e disse-lhe para ele ficar manso como se estivesse arrependido, e para que ele viesse pedir ao Inácio uma outra chance para estar no centro, dizendo-lhe que estava passando mal na rua nas mãos dos demónios (passava fome, sede e não tomava banho). O Branco lhe disse ainda para não sentir medo e que iria falar com o Inácio. Ele saiu do quarto e foi falar com o Inácio. Passado vinte e tal minutos o Branco voltou para o quarto e ele informou ao Titi para que ele não viesse porque o Inácio ainda estava chateado e que ele disse que poderia até dar-lhe comida, mas que o Titi não entraria mais no centro, mas para que ele aguentasse mais uns dois dias. A seguir eu e o Branco saímos do quarto e fomos para a escada e encontramos com a Patricia Grande, o Branco disse-lhe que ele não iria casar com ela e que a sua mulher é a Vera. A Patrícia ficou sorrindo. Eu e o Branco fomos até o orfanato dos rapazinhos e depois voltamos para o quarto. O Branco me disse que ele iria falar outra vez com o Inácio acerca do seu casamento com a Vera. Passado pouco tempo ele voltou do Inácio, e ele me disse que o Inácio disse que ele e a Vera decidiriam mas que ele não entraria naquele assunto de casamento. O Branco disse que o seu casamento com a Vera já estava meio realizado. Ele me disse que no dia seguinte partiríamos para o fogo para que ele fosse dar expediente de casamento. Os demónios me disseram na mente para que eu fosse com o Branco para o Fogo. Eu concordei e disse a alguns irmãos do ministério que eu iria para o fogo. No dia seguinte eu e o Branco partimos para o Fogo.

O Confesso,

Cândido de Pina

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2018: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.