Portos e aeroportos estiveram sem vigilância durante a greve da PJ

7/07/2015 08:15 - Modificado em 7/07/2015 08:15

pjA greve realizada pelos profissionais da PJ ,nos dias 02 e 03 de Julho,  deixou paralisados os serviços de vigilância nos aeroportos e portos das ilhas de São Vicente, Sal, Boa Vista e Santiago.

Conforme noticiou a RCV, durante quarenta e oito horas, os aeroportos e portos de várias ilhas do país ficaram sem cobertura dos serviços de vigilância da Polícia Científica, porque não estavam contemplados nos serviços mínimos da PJ durante a greve.

Muitos falam em abandono das principais portas de entrada e saída, uma fragilidade que permite o tráfico de droga e a entrada de armas no país. Embora a PJ afirme que os serviços de vigilância foram garantidos pela Polícia Nacional, a mesma escusa-se em falar de abandono dos portos e aeroportos.

Djamila Dias, secretária da Associação dos profissionais da PJ avançou à RCV que o acordo feito não contemplava os serviços mínimos nos aeroportos e portos, mas que iriam funcionar apenas os serviços de piquete, de segurança do edifício e de atendimento.
E bom que os traficantes não fiquem a saber disso na próxima greve . Não é?

  1. Fernando Fortes

    É preciso que esse pessoal da “PJ” deixe de demagogia, como se os portos e aeroportos desse país, em termos de segurança dependessem da “PJ” e do seu desempenho.
    Passe num aeroporto, vê-se dois tipos da PJ e acham que isso é dar segurança a este país.

    Em termos de segurança, deste país,dependemos francamente da “Policia de ordem pública” e não da PJ, e hoje até a nível da investigação, sou capaz de dizer que a “POP” em muitos concelhos deste país trabalha melhor.
    Podem crer,por isso nada de chantagem emocional, não cola.

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