Terceiro classificado na corrida de cavalos no Porto Novo, revoltado com decisão do júri

25/06/2015 08:09 - Modificado em 25/06/2015 08:09
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IMG_20150624_171244Durante a partida da primeira série na corrida de cavalos no Porto Novo, esta quarta-feira, o representante do cavalo que ficou em terceiro lugar afirma que houve uma ilegalidade.

Diodato Gomes, jóquei e responsável pelo cavalo Conde da ilha do Fogo, diz que durante a abertura das caixas, aquando da partida dos cavalos, a do Conde não abriu e perdeu muito tempo a sair da “boxe”.

Segundo Gomes, quando deram a ordem de largada, não arrancou logo e tentou ainda chamar a atenção dos júris, mas estes não fizeram nada e, sendo assim, continuou a correr e terminou em segundo lugar, atrás de Miami. Ainda em declarações a este online, afirma que aconteceu o mesmo na segunda série e os jurados deram como ilegal a corrida que estava a ser disputada entre Halley, Ilda e Lyon.

“Os júris deveriam ter tomado a mesma posição e mandado repetir a corrida e, quando saí, ainda tentei recuperar a distância mas, mesmo assim, disseram que era legal. Depois de correr fiquei no arranque e aconteceu a mesma coisa e deram como ilegal”, afirma Diodato Gomes em jeito de resignação.

Diz ainda que mesmo depois de ter feito as reclamações à mesa, dois dos júris queriam que a corrida fosse repetida e o outro estava contra, mas os dois primeiros optaram por ir ao encontro da decisão do júri que estava contra a repetição.

Mesmo depois de ter partido tarde, Conde conseguiu alcançar o segundo lugar e o seu representante afirma que ele é um cavalo que está bem treinado e tem a certeza que se Miami tivesse arrancado ao mesmo tempo que Conde não teria conseguido vencer a corrida. Facto que se pode comprovar no terreno na hora da largada.

Ainda na mesma linha, Gomes assegura que irá continuar a fazer o seu trabalho e mostrar a todos que o cavalo é “potente”, e garante que nada tem contra a égua, uma vez que já trabalhou bastante com ela, e diz que apenas não gosta da forma como os seus representantes agem. “Deixam-nos revoltados”.

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