A Hora da Verdade e do Seu Brilho Resplandecer em Mim Chegou – I Parte

24/06/2015 07:26 - Modificado em 3/07/2015 00:13
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Candido de PinaLevar o Inácio Cunha, por meio da divulgação pública de mentiras e calúnias, a saborear perseguições, afrontas, desprezo, escárnios, insultos e solidão, até cair no desespero total, a fim de alegrar os espíritos maus que residem em mim e nos outros, segundo esses mesmos espíritos me tem solicitado sempre e com grandes promessas, foi sempre um projecto ardentemente almejado (desejado com ânsia) e planificado por muitos de nós da Congregação Reformada dos Adventistas do Sétimo Dia de Tendas (CRASDT) e da Igreja Adventista do Sétimo Dia apóstata (IASD) e por muitos outros, desde o início da sua manifestação pública como um evangelista independente de todas as outras igrejas.

Cheios de ansiedade e zelo, temos procurado discretamente concretizar esta injusta e maldita vontade dos espíritos imundos resididos em nós. Mas, para mim, tudo isso já chegou ao seu fim. De agora em diante, passarei a divulgar publicamente todo o meu envolvimento em muitos crimes contra o Inácio Cunha perpetuados por alguns elementos da CRASDT, com os quais eu me achava associado, e a caminhar nas fileiras dos que manifestando a Verdade, o Amor e o Respeito para com ele e todos os outros que se manifestam em favor do Bem e da Verdade. Pois, como um portador das Puras Verdades Divinas, zeloso e franco opositor das pretensões dos espíritos malignos que residem em mim e nos outros, pretensões essas que são de destruir os seres humanos nestes últimos dias, ele (o Inácio Cunha) bem merece, segundo as minhas novas convicções.

A respeito do meu casamento foi lançado aos ouvidos do público, que foi o Inácio Cunha quem me ofertou a minha esposa, e que ele a ofereceu a mim como prémio, por eu ter-me unido a ele (Inácio Cunha) e caluniado um dos elementos do grupo secreto dos jovens que planeavam crimes secretos na CRASDT contra o próprio Inácio Cunha, afirmando que fui eu que, a mando do Inácio Cunha, tinha colocado a faca dentro do colchão do referido jovem, e depois levado o mesmo colchão à frente da Igreja para mostrar aos membros que ele tinha a faca escondida dentro do seu colchão, com a qual ele tencionava assassinar o Inácio Cunha sem que ninguém da Igreja desse conta. É exactamente por esse motivo que, através deste documento, vim esclarecer tudo a respeito de como consegui a minha esposa e qual foi a posição do Inácio Cunha em relação a isso, e o que tenho planeado muitas vezes contra o Inácio Cunha na companhia dos outros meus ex- colegas da CRASDT, sem qualquer motivo justo, e que só não conseguimos concretizar porque DEUS não deixou.

No período em que a Vera e o Branco iriam se casar, o Branco me disse que eu seria o seu padrinho de casamento. Imediatamente os demónios me disseram na mente que eu tinha que casar com a Ramila. Logo concordei na mente com os demónios e disse ao Branco que gosto da Ramila e que tenho que casar com ela. Depois, o Branco me disse para que eu não preocupasse e que ele me daria expediente para casarmos. A partir daí, os demónios dentro de mim, me deram paixão mais forte pela Ramila, para que eu casasse com ela. Sem hesitar, fui dizer ao Branco para que ele me ajudasse a casar com a Ramila e que eu o pagaria. O Branco me disse para que eu não preocupasse, que ele me daria expediente para que eu casasse com a Ramila urgente. Eu disse-lhe que é difícil que o Inácio deixe que eu case com Ramila. O Branco me disse que o Inácio não manda e que se ele não me deixasse casar com ela, que ele teria grande problema com ele Branco. Depois eu fiquei a pressionar o Branco, para que ele tentasse falar com o Inácio rápido. O Branco me disse que não há ninguém que consegue impedir que esse casamento entre eu e a Ramila acontecesse. O Branco me disse ainda, que, se o Inácio não aceitasse que eu casasse com a Ramila, que ele o mataria. Depois deste dia em que eu disse ao Branco que tinha que casar com a Ramila e que eu o pagaria caso ele me casasse com ela, os demónios voltaram a dizer-me na mente que eu tinha que casar com a Ramila e concordei. Os demónios me disseram que ela é minha mulher e que ela é justa. Depois fui para o quarto do Branco, ele me disse para que eu não preocupasse que iria casar com a Ramila e que o Inácio não me impediria de casar porque Deus já tinha aprovado. Eu disse ao Branco que o Inácio me impediria de casar e que ele já estava casado mas que não tinha hipótese que ele me deixasse casar. O branco me disse que aquele que Deus ordenou que case, não há ninguém que destrói este plano. Ele disse-me ainda, que se o Inácio destruísse esse plano ele morreria. Eu saí do quarto do Branco contente porque ia casar. O Zeminhas estava perto do quarto do Branco e ele me disse que sou sorteado, que ele não iria casar mas que eu Cando sim. Depois da última conversa que tive com Branco no seu quarto, no dia seguinte ele foi dar-me o telemóvel para que eu falasse com a Ramila. Eu disse à Ramila que gostava dela demais e que queria casar com ela. A Ramila me disse também que ela gostava muito de mim. Depois o Branco tomou o telemóvel e disse à Ramila para que ela estivesse sem medo visto que não haveria ninguém que nos impediria de casar e que ela é justa e que eu Cando sou justo também, e que foi Deus quem aprovou que casássemos e que não tem o Inácio e nem ninguém que nos impediria de casar e que somos remanescentes. Depois disto, os demónios me disseram para que eu não preocupasse, que o Inácio não me impediria de casar. Os demónios me deram paixão e vontade de casar com a Ramila mais forte ainda e concordei em casar com ela o mais rápido possível. Passei a ligar a Ramila pelo telemóvel quase toda a hora e a dizer-lhe que eu a amava, que ela é a minha mulher e para que ela não deixasse que ninguém atrapalhasse a sua cabeça. Depois, eu disse-lhe que o Branco disse que não há ninguém que nos impediria de casar, que foi Deus quem aprovou e que ela é minha mulher. Num outro dia à tarde, os demónios me disseram para que eu pedisse à Liu para que ela me ajudasse a trazer a Ramila para Praia o mais rápido possível, para que assim pudéssemos casar. Concordei e liguei à Liu e eu pedi-lhe que ela ajudasse-me para que a Ramila viesse para a Praia o mais rápido, para que pudéssemos casar. A Liu me disse para que eu não preocupasse que a Ramila seria a minha esposa, para que eu ficasse tranquilo e que ela Liu estava instruindo a Ramila em algumas coisas de lar, por exemplo, a forma de comportar com o seu marido. Depois desta conversa com a Liu, passado dois dias, voltei para a Praia, encontrei com o Titi no centro, eu disse ao Titi para que ele pressionasse o Inácio, para que ele aprovasse o casamento entre eu e a Ramila, que eu queria casar de toda maneira, para que ele me ajudasse a casar e que eu o pagaria preço que for. Ele me disse para que eu deixasse e que eu tenho que casar. Eu disse-lhe que o Inácio me impediria de casar. Ele me disse que se o Inácio me impedisse de casar que ele o mataria, e que o Inácio não manda na igreja, mas sim, que ele e o Branco são quem mandam na igreja. Depois deste dia que concordei com os demónios para pressionarem o Inácio para que eu casasse, o Titi voltou para o centro e eu lhe perguntei acerca do nosso acordo de casamento. Ele me disse para que esperasse, para que ele chamasse o Branco no outro quarto que ele (Branco) estava fazendo quadro e que eles iriam ao Inácio urgente e que eles diriam ao Inácio claramente que eu tinha que casar urgente, senão ele morreria. Eu disse-lhe que o Inácio não aceitaria. Ele me disse que o Inácio tem que aceitar e que o Inácio já está casado e que ele tem que deixar-me casar. Ele me disse que se o Inácio atrever-se a não deixar-me casar que ele morreria. Eu disse-lhe que é impossível que ele me deixasse casar e que ele já está casado mas que ele não gosta que outros casem. O Branco levantou-se com fúria e disse que o Inácio não manda na igreja mas que ele e o Titi é que mandam e que ele levaria uma faca na mão. Ele me disse ainda que se ele não me deixasse casar ele morreria. Eu disse-lhe para que ele fosse pressionar o Inácio para que eu casasse. Logo a seguir, o Branco colocou a faca no bolço e ele e o Titi foram para o apartamento do Inácio. Quando voltaram disseram-me que tudo já estava aprovado e que não tinha nada que me impediria de casar.

Depois da conversa que tive com Titi em que concordei com os demónios para que ele ajudasse-me a casar com Ramila, eu vim encontrar com o Branco no seu quarto e ele me disse que Adilson de Vóvó iria casar com a Nanina depois do meu casamento. A partir desse momento os demónios me disseram para que eu fosse colocar o Adilson com ansiedade em casar. Concordei e fui dizer ao Adilson que o Branco disse que Deus disse que ele e a Nanina iriam casar. Eu disse-lhe ainda que não tinha ninguém que o impediria de casar com a Nanina. Ele respondeu e disse que ele tinha paixão forte pela Nanina e que o Inácio já sabia também. Ele me disse ainda que ele viu que iria casar com a Nanina mesmo. Depois eu disse-lhe para que ele fosse dizer à Nanina que ele tinha paixão por ela, que gostava dela e que queria casar com ela. Eu disse-lhe ainda para que ele não tivesse medo do Inácio e de ninguém e que quem manda é o Titi e Branco.

No dia seguinte que tive essa conversa com o Titi, ele e o Branco chamaram-me para o quarto ao fundo e disseram-me que se o Inácio atrevesse para que eu não casasse que eles o matariam e para que eu ficasse com boa calado esperando. Naquele momento os demónio me colocaram raiva e ódio contra o Inácio e vontade para que eu o matasse, eu concordei, e disse que eu tinha que casar der o que vier, e que se for preciso eu o mataria, mas que eu iria casar de qualquer maneira.

Depois deste dia que falei com o Titi e o Branco dentro do quarto sobre matar o Inácio, os demónios me deram mensagem que se o Inácio me impedisse de casar, para que eu ajuntasse com o Titi e o Branco para que matássemos o Inácio. Eu concordei e fiquei a espera na prática, para que eu partisse e matasse o Inácio. Naquele mesmo momento os demónios me disseram na mente para que eu fosse ter com o Inácio e para que eu lhe dissesse que eu e a Ramila já havíamos tomados a nossa decisão de casar. Eu concordei, e eu parti para o Inácio preparado e quando cheguei no seu apartamento eu lhe disse que eu e a Ramila já tínhamos tomado a nossa decisão de casar. Ele me disse que nesse assunto ele não entraria, e que isso estava em nós, que somos nós quem decide e que já somos grandes. Eu lhe disse então que iria casar com a Ramila. Depois saí do apartamento do Inácio chamei Ramila e eu lhe disse que já tinha falado com Inácio que iriamos casar e que no dia seguinte eu iria para o fogo e que ela me acharia ali.

Quando fui para o Fogo esperar a Ramila para casarmos, os demónios dentro de mim me disseram para que eu dissesse à Valdina que o Inácio disse que se a Ramila não casasse comigo ela deveria ser cortada a saudação; eu concordei com os demónios. Por isso estando eu e a Valdina sozinhos no corredor, eu lhe disse que o Inácio disse que se a Ramila não casasse comigo, Deus mandou que ela fosse cortada a saudação porque é justo. Depois da conversa com a Valdina os demónios me disseram para que eu dissesse ao Zemas de Neusa que se a Ramila não casasse comigo que o Inácio disse que Deus mandou que ela fosse cortada a saudação. Eu concordei com os demónios e chamei Zemas na porta da igreja, e lhe disse ao Zemas, que o Inácio disse que a Ramila deveria ser cortada a saudação caso ela não casasse comigo e que esta é uma ordem de Deus. Naquele mesmo dia, os demónios me disseram para que eu dissesse também ao Zeminhas, que o Inácio disse, que Deus mandou cortar a saudação à Ramila caso ela não casasse comigo. Eu Concordei outra vez com os demónios. Estando eu e o Zeminhas no quarto eu disse-lhe que o Inácio disse que Deus mandou cortar saudação à Ramila, caso ela não casasse comigo.

Posteriormente os demónios me disseram na mente porque é que eu não dizia ao Daniel que eu iria casar, para que eu lhe criasse ansiedade em casar também. Concordei com os demónios e naquele momento eu disse-lhe que iria casar com a Ramila. Ele me disse que não acreditaria. Eu disse-lhe para que fossemos perguntar ao Branco. O Branco lhe disse que eu iria casar sim. Depois eu e o Daniel saímos do quarto e ele me disse que ele tinha vontade de casar com a Faustina e que ele gosta dela. Eu disse-lhe para dizer ao Branco ou Titi para pressionar o Inácio para que ele casasse também, e para que ele dissesse ao Branco e ao Tite que ele os pagaria. Ele me disse para que eu o ajudasse. Eu lhe disse para que ele fosse até Faustina sem medo e para que ele dissesse à Faustina que ele gosta dela, e para que ele não sentisse medo de ninguém, nem do Inácio, porque quem mando é o Titi e o Branco. Eu disse-lhe ainda para pressionar o Titi e o Branco para que os colocasse em casamento. Ele me disse que o Inácio não aprova. Eu lhe disse que o Inácio não manda e que quem manda é Deus, e que se o Titi e o Branco dissesse que ele casaria, Inácio morreria caso ele dissesse que não.

Depois do dia em que falei com Daniel sobre o casamento entre ele e a Faustina, ele me disse que o Inácio não deixou que ele casasse com Faustina. Eu lhe disse para que ele concentrasse no que o Branco lhe disse. O Daniel me disse que ele faria tudo por tudo para que ele casase com a Faustina. Naquele momento os demónios dentro de mim me disseram para que eu fizesse com que o Daniel revoltasse contra o Inácio. Eu concordei e disse ao Daniel que o Inácio já estava casado mas que ele não gosta que outros casem. Eu lhe disse ainda que não tinha hipótese que o Inácio me impedisse de casar e que se ele me impedisse de casar ele morreria. Eu disse ao Daniel para que ele fosse duro com o Inácio. A partir desse momento ele se revoltou e disse que tinha que casar com a Faustina mesmo que ele matasse para que ele pudesse casar.

Depois de alguns dias o Daniel me disse que a Faustina não queria casar com ele. Por isso, os demónios me disseram que é o Inácio que não quer que a Faustina casasse com o Daniel. Eu logo concordei com aquilo que os demónios me disseram. E, eu disse ao Daniel que é o Inácio que não queria deixar que ele casesse. A seguir os demónios me disseram para que eu fosse dizer à Ramila para que ela fosse tentar convencer a Faustina a casar com Daniel. Eu concordei com os demónios e fui até a Ramila e eu lhe disse para que ela fosse tentar convencer a Faustina para que ela casasse com o Daniel para que ele não morresse. A Ramila foi falar com ela, e ela me disse que a Faustina não queria casar com Daniel. Depois encontrei com o Daniel, e eu lhe disse que a Ramila foi falar com a Faustina, mas que ela não queria casar com ele. Naquele momento eu vi que o Daniel ficou triste, e logo os demónios me disseram para que eu fizesse com que o Daniel revoltasse com o Inácio porque era ele quem estava a impedi-lo de casar. Eu concordei com os demónios e disse ao Daniel que é o Inácio quem convenceu a Faustina para que ela não casasse com ele. Eu disse-lhe ainda, para que ele se preocupasse com o Inácio e para que ele mantivesse sereno, que o plano já estava feito, que ele Inácio arrependeria de ter impedido que o Daniel casasse. Posteriormente encontrei com o Branco no corredor e fui com ele até o quarto, eu disse-lhe que o Daniel não casaria com a Faustina porque o Inácio impediu. O Branco me disse para que eu não preocupasse e para que eu fosse fazer o meu trabalho de controlar o Inácio aonde é que ele estava andando cá dentro do centro, para que eu fosse dizer-lhe. Os demónios me disseram que o Branco estava certo, eu concordei e por isso passei a espionar o Inácio. Assim, eu mantive todo o rigor em controlar todos os passos que ele dava. Eu tornei a encontrar com o Daniel, e eu lhe disse que o plano já estava quase a resolver e que ele casaria já. Os demónios me disseram na mente para que eu dissesse ao Daniel que o Inácio já estava quase a morrer, eu concordei com os demónios, e disse ao Daniel para que ele não preocupasse que o Inácio já estava quase a morrer e que já estava quase a cair na isca. Depois, num outro dia eu fui dizer ao Branco que parece que o Daniel não casaria mais. O Branco me disse para que eu não preocupasse que ele (Branco) iria comprar drogas e que ele iria pôr essa droga dentro do apartamento e que chamariam a polícia. Logo os demónios na mente me disseram que o Branco está certo e que o Inácio é mau. Eu concordei e disse ao Branco que o Inácio é mau, que ele colocou o Daniel em desespero. Eu disse ao Branco ainda que o Inácio merecia pagar duro, e que esse plano que o Branco fez apanharia o Inácio de surpreso e acabaria com toda a maldade dele. Eu disse ao Branco que não sou o Daniel que ele impediu de casar, e que eu já estou casado. Eu disse ao Branco também, que o Daniel foi burro, visto que ele deixou que o Inácio intrometesse na sua vida e que foi por isso que ele não casou; mas que o plano que o Branco fez acabaria o Inácio com toda a sua maldade.

 Um dia estando eu casado, o Guto foi ter comigo ele me disse que ele trouxe a Aleida para Praia para que pudessem casar, mas que o Inácio estava a jogar forte com a Aleida para que ela não casasse com ele. Os demónios me disseram na mente para que eu fizesse com que o Guto se revoltasse com o Inácio que ele tinha que casar-se. Concordei e disse ao Guto para que ele falasse com Aleida seriamente que o Inácio não lhe dá nada, mas sim que é ele Guto é que tem a Aleida bem hoje. Eu disse-lhe ainda que ele deveria colocar a Aleida na sua disposição. Eu disse-lhe também para que ele não deixasse que o Inácio mandasse nela. Eu disse-lhe para que ele dissesse ao Branco e Titi para o ajudassem, porque foram eles quem me tinham ajudado a casar. Eu disse-lhe que se o Inácio interferisse no meu casamento ele morreria. Ainda eu disse que ele deveria ficar do nosso lado, e ele me disse que eu estava certo. Ele me disse que eu estava certo e que o Inácio é aproveitador e mau e que a partir daquele dia ele não iria dar ao Inácio a chance de impedi-lo de casar, e que se o Inácio lhe impedisse de casar que ele ajuntaria connosco e mataria o Inácio. Da minha parte eu lhe disse para ficarmos com a boca calado.

Depois desta conversa com o Guto, passado 2 dias voltei a encontrar com o Guto. Ele me disse que a Aleida ia ter com o Inácio a fim de contar-lhe sobre palavras de paixão, mas, de forma despistada, para que desse jeito ela pudesse saber se o Inácio era contra ou a favor o seu casamento com a Aleida. Naquele momento os demónios me disseram para que eu dissesse ao Guto para que ele enviasse constantemente e de forma fingida a Aleida para o Inácio, só para saber se ele era contra o seu casamento ou não. Concordei com os demónios e eu disse ao Guto tudo aquilo que os demónios me disseram, ou seja, para que ele enviasse a Aleida até o Inácio de forma fingida para que desta forma ele soubesse se por acaso o Inácio era contra ou a favor do seu casamento. Depois, eu disse ao Guto que se o Inácio não o deixasse casar, para que ele tomasse uma medida forte como eu, Adilson seu irmão, Branco, Titi, já tínhamos tomado.

Depois do meu casamento, voltei para Praia, encontrei com Branco e o Titi no seu quarto, no fundo a fazerem planos de como fazer para que mais mulheres e rapazes casassem na igreja. Logo os demónios me deram mensagem na mente que o Titi está certo e para que eu unisse com eles. Eu concordei com os demónios e disse ao Titi e Branco estavam certos, e eu que eu estava disposto a ajuda-los também. O Titi e o Branco me disseram que o seu plano era de casar, Patrícia de São Nicolau com Rosalino, Patrícia Grande com Titi, Guto e Aleida, Adilson com Nanina, Calú de São Nicolau com Nené. Eles me disseram ainda para que eu mantivesse com a boca calado, e que iriam falar com os jovens e que os colocariam paixão um pelo outro, e que se o Inácio impedisse-os de casar, eles se revoltariam com o Inácio e com o centro. Naquele momento eles me disseram que o Titi estava certo e para que eu mantivesse sereno e que apanharíamos o Inácio de surpresa. Eu concordei, e a partir daquele momento fiquei a subir para o terraço para ver se o Inácio estava ali para que eu pudesse chamar o Titi e o Branco para irmos jogá-lo do terraço para que as pessoas pudessem pensar que ele matou a sua cabeça.

Confissão ainda em Continuação.

O Confesso

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