Providence: “não há nenhum relatório que afirma que os voos não oferecem condições”

23/06/2015 08:19 - Modificado em 23/06/2015 08:19

TACV-PASSAGEIROSO presidente do conselho de administração dos Transportes Aéreos de Cabo Verde(TACV), João Pereira Silva, refuta que exista um braço de ferro entre os TACV e a Agência de Aviação Civil (AAC) devido a reestruturação dos preços dos bilhetes. João Pereira Silva também afirma que há alguns constrangimentos no voo da Praia para Providence, mas não refere ao valor das passagens no qual alguns já reclamam e fazem circular uma petição online.

No que respeita  ao voo de Praia/Providence, João Pereira Silva disse à RCV que “ não há nenhum relatório que afirma que os voos não oferecem condições. Os voos andam a processar-se com normalidade” ainda acrescenta que as limitações no aeroporto de Providence nos Estados Unidos da América já eram conhecidas, nomeadamente limitações do comprimento da pista do aeroporto, mas afirma que “é igual ao da cidade da Praia, em Santiago e que em determinadas condições de temperatura e de vento há limitações da carga total ”.

Esclarece que não é todos os dias que serão realizados voos com a carga preenchida. Contudo existe outro constrangimento com a mudança da rota dos TACV de Boston para Providence e alguns apontam para os preços dos bilhetes que estão elevados, assim como criticam a companhia aérea de Cabo Verde de alegar  que os voos estão cheios e na compra de uma passagem de última hora ronda os 178 mil escudos. Assim sendo corre uma petição online dirigida ao presidente do conselho de administração dos TACV, mas pelos vistos ainda não chegou a mesa do mesmo para a sua avaliação.

TACV e Aviação Civil de Cabo Verde

A companhia aérea de cabo-verdiana após algumas semanas de silêncio sobre a restruturação das tarifas dos TACV e o processo instaurado pela entidade reguladora a ACC, o presidente do conselho de administração, João Pereira Silva refuta que não existe “ nenhum braço de ferro entre a entidade reguladora e a regulada assim como avançou o A Nação. João Silva esclarece à RCV que “ o processo está decorrer e que a questão é tratada no local ideal.” Ainda relembra que a ACC tem como fazer cumprir as suas ordens ou determinações.

Também afirma mais uma vez que “ não houve aumento das tarifas, mas sim uma restruturação das mesmas.”

  1. TACV&TERRORISAS Lda

    O agricultor esta a proibir os caboverdianos de visitor a sua terra sobretudo gente da Boa Vista de quem vendeu seus terrenos (ZEDT)que lhe fez milionario hoje. E mais estao a alienar os emigrantes cada vez mais nao falando ja da taxa ecologica que e’ cobrada em Santiago que muitas vezes nao e’ o destino das remessas. “Caverdianos” sao palermas mesmo..e assim continuam todos em festivais…mais festas e festas ate C…piores dias veem ai.

  2. SValerta

    Muita bla bla bala…Esse Pais esta abandonada a merecer Sr. PCA das empresas….. onde esta o Ministério dos Transportes e turismo que não se pronuncia..onde esta o Sr. Primeiro Ministro.Isto e uma pouca vergonha. TACV nao consegue cumprir com os horários dos voos, pagam multas e vêem receber esse valor (proveniente da incompetência do seu PCA ) nos emigrantes.Pais exemplo em governação em África ,Brincadeira. Vendem essa porcaria (Cabo Verde sempre segue o exemplo em, boa hora para isso

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