Catorze jovens condenados a seis meses de prisão por provocarem tumultos na Praia de João Évor

16/06/2015 07:25 - Modificado em 16/06/2015 07:25
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prisao preventivaO grupo de jovens que esteve envolvido na desordem da Praia de João Évora no passado dia 01 de Maio, foi condenado a cumprir uma pena de seis meses de prisão. Entre os condenados, encontram-se três mulheres .

Os dois grupos rivais pertencentes às zonas da Ilha de Madeira e Ribeirinha conheceram, nesta segunda-feira, a sentença. Os jovens estavam a ser acusados do crime de motim na Praia de João Évora por terem aterrorizado e várias pessoas.

De acordo com sentença ficou provado que  no dia um de Maio, os dois grupos terão aterrorizados as pessoas presentes na Praia de João Évora. Na sequência da desordem, várias pessoas foram agredidas com pedras e garrafas. Uma idosa de 70 anos ficou com um braço partido e ameaçaram de morte várias pessoas.

 O juiz deu como provado que os dois grupos munidos de pedras e garrafas, facas e até catanas,  aterrorizaram as pessoas que lá estavam acompanhadas de muitas crianças e idosos. O ambiente de violência foi tanto que as pessoas tentaram esconder-se nas rochas com medo de serem atingidas.

Para o Tribunal, a sociedade tem sido fustigada pela violência e entendeu que o grau de ilicitude do crime foi elevado e que, por sorte, não houve mortes a lamentar.

Assim, o juiz entendeu condenar os jovens, incluídas três mulheres, a uma pena de prisão de seis meses. A maioria dos sentenciados negou os factos de que estavam acusados. A maioria dos condenados  tem antecedentes criminais.

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