Homicídio de Tiago: Danielson vai aguardar julgamento atrás das grades

9/06/2015 08:10 - Modificado em 9/06/2015 08:10

cadeiaO autor, confesso  da morte do jovem Tiago Almeida de 18 anos, vai aguardar julgamento em prisão preventiva. Outros dois adolescentes ficaram sob Termo de Identidade e Residência

Três dos jovens que estiveram envolvidos no assassinato de Tiago Almeida foram apresentados ao Tribunal. Por volta das dezassete horas desta segunda-feira, o 1º Juiz Crime da Comarca de São Vicente proferiu a medida de coacção para os três arguidos, todos menores de 18 anos.

Danielson, conhecido por “Maki”, acusado de ter agredido e esfaqueado a vítima no pescoço, Dénis ou “Caranguigim” e Stiven, seu comparsa, conheceram a medida de coacção.

O Juiz entendeu aplicar a medida mais gravosa ao jovem Danielson de 16 anos que foi conduzido imediatamente à Cadeia da Ribeirinha.

Quantos a Dénis,“Caranguigim” e Stiven, estes ficaram sob Termo de Identidade e Residência e obrigados a apresentarem-se periodicamente às instâncias judiciais.

Recorda-se que Tiago foi morto devido a um golpe de faca desferido no pescoço que lhe atingiu a veia jugular.

  1. Mário

    Termo de identidade e residência para jovens que vivem na rua?
    Até parece piada senhor juiz.
    Justiça no seu melhor como sempre

  2. Eduardo Oliveira

    A)

    O assassino vai aguardar a sentença com cama, três refeições por dia e, se calhar, TV e internet para o ajudar a passar o tempo. Perante isto, somos obrigados a procurar as responsabilidades de cima para baixo porque se não houver um programa para o Pais, caminhamos para o mar sem fundo, sem fim.

  3. Eduardo Oliveira

    B)

    Um Governo (seja ele de que tipo for) tem de se impor com escolhas positivas e mãos de ferro e os que nos vêm governando não tiveram nem uma nem outra coisa tendo chegado às abissais quando, ultimamente, apresentaram um programa para se estabilizarem sem fazer um pequeno gesto para a raia miúda. E nem sequer têm mostrado pulso de ferro para com a bandidagem. Reparem que o assassínio foi cometido por abuso, não foi por defesa.

  4. Eduardo Oliveira

    C)

    O assassino recusou uma briga com pessoa da sua toada e, atingiu-o traiçoeiramente. Não vou falar de cobardia mas de abuso, da certeza da impunidade. Estava confiante que podia matar porque a pena pela morte de um jovem não é “olho por olho, dente por dente” mas uns aninhos num hotel bem guarnecido, talvez até com visitas “especiais” de tempos a tempos.
    E vivam os Direitos do Homem. Do homem que matou friamente. Está tudo muito mal. Este inferno precisa ser revisto. Depressa

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2017: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.