Pais e encarregados de educação pedem mais espaços de diversão para as crianças

3/06/2015 08:15 - Modificado em 3/06/2015 08:15
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O Parque Infantil situado na Praça Nhô Roque é bastante reduzido para o número de crianças na ilha de São Vicente. Na sequência das actividades ligadas à comemoração do dia 01 de Junho, Dia Internacional das Crianças realizadas no único parque infantil em São Vicente, pais e encarregados de educação apelaram à criação de mais espaços de diversão para os seus filhos e educandos.

O Dia Internacional das Crianças foi marcado por várias actividades. Como não poderia deixar de ser, e não havendo outras opções, os pais e encarregados de educação escolheram o Parque da Praça Nhô Roque para levarem as suas crianças.

No parque há várias opções de brinquedos, mas estes revelaram-se insuficientes para tantas crianças. Formaram-se filas enormes para a compra de “senhas” e, além disso, os pais ainda tiveram de enfrentar longas bichas para que as crianças pudessem ter oportunidade de brincar.

Quase que não existem espaços para a venda de alimentos e guloseimas pelo que a lista de espera foi ainda mais longa.

Ao perceber a inquietação dos pais e a vontade de oferecer algo de especial às suas crianças, no dia que lhes é dedicado, o NN quis ouvir a reacção dos pais quanto ao assunto abordado várias vezes por este online.

Licinha acredita que a criação de um novo espaço de diversão poderia ser uma solução para a necessidade uma vez que todos os dias nascem mais crianças, pelo que apenas um parque em toda a ilha se torna insignificante.

Marília, mãe de Jéssica, adianta que “o parque é frequentado apenas por crianças da classe média, porque se os filhos dos responsáveis da Câmara Municipal frequentassem o parque, talvez teriam um olhar diferente e constatariam que a praça, para além de não proporcionar as melhores condições, é insuficiente para tantas crianças”.

Natalina afirma que “é verdadeiramente difícil agradar às crianças nesta situação, pois as bichas são enormes e as crianças não têm paciência para isso. Não compreendem a situação e desatam a chorar todas ao mesmo tempo e, assim sendo, é difícil controlá-las.

Arlindo Correia considera “inaceitável” a situação porque mesmo durante os fins-de-semana, as crianças têm de aguardar a própria vez para brincarem porque há muitas crianças e os brinquedos e as opções são insuficientes.

“O Parque Infantil Nhô Roque não tem satisfeito a demanda. Há necessidade de criar mais espaços de lazer para as nossas crianças porque elas merecem”, adianta Filipe, pai de duas crianças gémeas.

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