Foi procurado durante cinco meses mas Frans morreu a dois quilómetros de casa

25/05/2015 08:15 - Modificado em 25/05/2015 08:15
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O achado dos restos mortais de Frans   Vliegenhart, de  64 anos casado com um cabo-verdiana  e que estava desaparecido há cinco meses vem levantar várias interrogações sobre o trabalho que é feito na procura de pessoas desaparecidas. Isto porque os restos mortais do cidadão holandês  foram encontrados apenas a  cerca de   dois quilómetros  da casa de onde desapareceu .

 

Frans   Vliegenhart , casado com uma cabo-verdiana, veio para São Vicente no mês  de Dezembro ,ilha que escolheu para viver os  restos dos seus dias. Sofria de Alzheimer  por isso tinha um acompanhamento especial por parte da família .Mas nesse dia de Dezembro  Franz  saiu da casa do cunhado na  Ribeira de Julião  para dar uma volta . A empregada quando chegou a casa não o  encontrou. Ainda foi a sua procura mas não o encontrou. E não seria encontrado como tem acontecido com a maioria das pessoas desaparecidas em São Vicente ,se um  cão não  tivesse levado parte do crânio para um lugar onde foi encontrado. Do local  onde a PJ encontrou os restos mortais   até casa onde o malogrado morava  são cerca de dois quilómetros. O que significa que foi procurado por  toda a ilha ,mas estava perto de casa . Não  se entende ,hoje, porque o  matagal ,propriedade do IHF, e próximo da casa não foi vasculhado ?  Não se sabe como foram feitas as buscas .Mas o facto dos restos mortais terem sido encontrados tão próximos  de casa ,parece indicar  que ficou algum por fazer .

Não se sabe como o cidadão foi parar ao local .Mas tudo indica que terá se metido no matagal para “ cortar caminho”  até a Ribeira de Julião. É provável  que tenha se sentido mal e procurou a sombra  de arbustos no  meio do  matagal e terá falecido aí. Visto  que os exames mostraram que morreu de morte natural. O que não se entende  é como o corpo não foi encontrado e como ninguém sentiu o cheiro do corpo em decomposição.

 

 

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