Arguido acusado de crime de ameaça de morte e injúria contra polícias

20/05/2015 07:52 - Modificado em 20/05/2015 07:52

marteloO 1º Juiz Crime da Comarca de São Vicente procedeu, na manhã desta terça-feira, ao julgamento de um indivíduo que responde pelo apelido de Coronel acusado da prática de crime de ameaça de morte e injúria agravada.

O Tribunal de São Vicente procedeu ao julgamento do senhor Coronel, acusado do crime de ameaça de morte e injúria agravada a dois agentes da Polícia Nacional.

De acordo com os factos apresentados em Tribunal, o indivíduo diz que no dia 03 de Maio do corrente mês, nas festividades de Santa Cruz, na localidade de Salamansa, estava numa festa quando foi acusado de roubo por uma mulher que também estava na discoteca.

O indivíduo ora tratado pelo sobrenome Coronel, afirma que em momento algum mexeu na bolsa da mulher e, para esclarecer a situação, foi ele mesmo quem sugeriu que fossem à polícia, uma vez que estes estavam a fazer o policiamento do local, para resolverem a situação de forma civilizada.

Mas, chegado ao local, a mulher fez queixa e o mesmo foi submetido a uma revista. Não encontrando nada e também não acreditando na sua palavra, o mesmo começou a ser agredido pela polícia. A primeira agressão, segundo o arguido, veio de trás e logo depois começaram as outras agressões. Afirma que um dos polícias, com uma enorme brutalidade quebrou-lhe dois dedos devido à força com que lhe agarrou nas mãos, foi arrastado e arremessado dentro do carro sem que nada fizesse. O arguido alega ainda que a polícia não pode tratar as pessoas como foi tratado e diz ainda que sofreu essas agressões porque já foi preso uma vez, mas garante que já pagou pelo seu crime, por isso, apesar de tudo, deve ser tratado como um ser humano.

Questionado sobre as ameaças de morte e das obscenidades que terá proferido aos agentes e que estão no processo, o arguido argumenta que não se lembra de ter ameaçado ou injuriado os agentes uma vez que estava transtornado com a forma como foi tratado e com as agressões sofridas.

Os agentes da Polícia Nacional envolvidos no processo, o 2º subchefe da Polícia Nacional e outro agente, dizem que foram abordados por uma mulher a queixar-se de ter sido roubada e que identificou o arguido como sendo o praticante do delito. Assim sendo, abordaram-no para fazerem a identificação, mas este resistiu e começou a proferir palavras obscenas e ameaças contra as suas vidas e a das suas famílias. Confrontados com esta situação, resolveram deter o arguido que no seu estado de exaltação continuou com as ofensas e como não queria entrar na viatura policial foram-lhe aplicadas duas bastonadas porque estava muito exaltado, mas garantem que apenas utilizaram a força necessária para conterem o indivíduo negando assim a tese do abuso policial e agressão.

De acordo com o representante do Ministério Público, os elementos que o arguido apresentou não foram confirmados e também não parecem razoáveis, uma vez que este parece ter memória selectiva, ou seja, apenas se lembra dos factos que lhe são benéficos e não se lembra de ter ou não ameaçado os agentes da PN, ou seja, quanto aos factos de que foi acusado parece ter uma “memória selectiva”.

  1. apple

    poliçias ne soncent ja faze bom traboi , caba que caçubodi, trenquil , ma como agora ca tem mute cosa pa faze tude gente na es é bandido, e es te anda ne ques carro te bibe dpos es ta sei te persegui pessoal. es é unico poliçias é te dob bofetadas , bastonadas ,pontapes tchmob nomes obcenas dpos es te perguntob o que ti ta passa e numca es ta dzeb primer bo te preso , e tem condcide pior

  2. UVID IMPE

    “Apple” policia t xtod na kexe viatura ê t bibe agua…nem…conta ote rapaz pq kem t gosta de bandido pq ele ê tb…pau neles policias…

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