José Maria Neves quer participação activa da diáspora nas decisões

29/04/2015 08:00 - Modificado em 29/04/2015 08:00

JMNO Governo espera uma maior participação e actividade da diáspora nacional nas decisões políticas, sociais e económicas do país. “E é por isso que insisto na ideia de que não podemos tratar as diásporas como uma dimensão das relações exteriores, pois a diáspora é uma dimensão fundamental da governação do país. Os cabo-verdianos que estão na diáspora são tão cabo-verdianos como os que estão no país”, afirma José Maria Neves.

E para que isto aconteça diz que é necessário criar todos os canais e mecanismos para que possam estar conectados a Cabo Verde e assim, ter “uma ingerência cada vez mais activa nos processos políticos, sociais e económicos do país”. Neves quer que a diáspora participe não só nas escolhas mas tenha a possibilidade de participar mais fortemente nas decisões tomadas internamente.

Estas afirmações foram feitas à margem da conferência da iniciativa do Ministério das Comunidades que pretende reforçar a “conectividade entre o país e a diáspora”. Participam profissionais da comunicação social residentes e na diáspora. Fernanda Marques, Ministra das Comunidades, quer trocas de informação na medida em que “quanto mais se conhece, melhor se actua e a todos os níveis”.

  1. licinha

    Esse Sr ministro além de pressionar os caboverdianos, e falar inverdades nesses 15 anos, agora pensa que pode enganar os emigrantes. Mas terá uma grande surpresa em 2016.

  2. Maria José

    E os jogadores de futebol? há gente que acha que para que a selecao seja nacional, o treinador nacional tem que convocar os mediocres que nao trabalham e nao sabem jogar e por isso mesmo nao conseguiram sair de Cabo Verde para um contrato internacional.

  3. manuel de puina

    Estranho o PARTIDO COMUNISTA PAIGC,QUERER PARTICIPAÇÃO ATIVA DA DIASPORA.JÁ O ANTERIOR DETADOR, O ANTECESSOR DE DE ZE MARIA CHAMAVA A IMIGRAÇÃO DE ESTRANGEIRADOS . MUDAM SE OS TEMPOS MUDAM SE AS PESSOAS E MUDAM -SE AS VONTADES

  4. Eduardo Oliveira

    O PM jà não sabe a que santos recorrer. O partido ùnico sempre foi contra os “estrangeirados” e agora que tem a corda ao pescoço vem pedir a ajuda da Diàspora.
    A Diàspora sempre quis ser parte activa mas… não com este homem

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