Spencer Construções: seria um desastre social parar as obras da Casa para Todos

24/04/2015 07:35 - Modificado em 24/04/2015 07:35

casa para todosO Governo confirmou a noticia avançada  por  este online que  não  estava a pagar os 10%  corresponde  a  participação nacional  no projecto Casa para Todos . Em comunicado justificou que “ algumas perturbações surgiram com a medida de política social de renda resolúvel que o Governo adoptou de modo a eliminar as dificuldades que as famílias beneficiárias do Programa Casa para Todos enfrentavam para conseguirem crédito junto das instituições financeiras e, consequentemente, adquirirem as habitações.”

Conclui que com essa medida “o IFH deixou de poder contar com os encaixes financeiros imediatos que teria com a modalidade de venda a pronto com recurso a financiamento bancário” . E tudo indica que o “calote” as construtoras  foi o caminho encontrado para superar a falta de “encaixes financeiros”. E este online sabe que esse incumprimento da parte nacional terá “ indisposto” o parceiro português que ao suportar 90% dos desembolsos  esperava que Cabo Verde cumprisse com a sua parte do acordo .

 500 mil contos de divida

 

O representante da Spencer Construções também  veio confirmar o  valor  da divida avançada pelo NN que se  situa nos 500 mil  contos. João Spencer disse a RCV que a situação é preocupante e espera  que o governo resolva o problema no espaço de 30 dias. Pois a partir daí será difícil manter as obras  em funcionamento. Mas garante que a sua empresa vai abrandar o ritmo , mas não vai parar as obras do projecto quem tem São Vicente , Santo Antão e Santiago. Pois considera que seria um desastre social ,tendo em  conta as pessoas que iriam para o desemprego imediatamente .

Casa Para Todos BVEste online sabe que a Armando Cunha  que tem uma obra em São Vicente  também não vai parar.

Pode optar por abrandar o ritmo ,visto que as construções da Ribeira de  Julião já se encontram em fase acabamento.

  1. JOAO

    Um grade problema é que muitas casas construídas há mais de 3 anos ainda não foram vendidas devido a estrutura dos projectos, o que diminui a entrada de fundos para continuação de novas construções. Deve-se louvar este projecto social mas foi mal pensado. O IFH não se preocupou com as exigências dos cabo-verdianos. NINGUÉM VAI COMPRAR UMA CASA CUJO PROJECTO NÃO LHE AGRADO. AS CASAS CONSTRUÍDAS PELO IFH NOS ANOS 90 SÃO DE LONJE MELHORES DAS ATUAIS.

  2. Se o governo tivesse construído as casa em melhor condições com espaço confortável já tinha vendidos todas as casas, mas os espaço é muito pequeno preferimos pagar uma renda com melhores condições de espaço e circulação ” um quarto de dormir que não tem espaço para cama, guarda fato, comoda e duas banca” na cozinha não leva uma mesa de cozinha” na sala se tens estante não tem espaço só leva um jogo de sofá quanta mas uma mesa e cadeira, assim preferimos pagar uma renda de 20.000$00 ou mas.

  3. Gastão Elias.

    A questão da CASA PARA TODOS é igual a de toda a infraestruturação do país. Quem paga e com quê. CASA PARA TODOS foi arquitectado para ganhar as eleições de 2011. Agora há que pagar. A dívida é paga com a venda das casas ou pelos impostos, isto é por todos os cabo verdianos. As barragens serão pagas pelos agricultores ou pelos impostos ? a circular da Praia, quem irá pagar ? a asfaltagem das estradas, aqui sabemos que é o contribuinte, já que a actividade económica nas zonas beneficiadas não h

  4. Gastão Elias.

    A questão não é ser a favor ou contra todas estas obras, O PROBLEMA É QUE SE ELAS IRÃO GERAR DIRECTA OU INDIRECTAMENTE RECEITAS PARA COBRIR AS RECEITAS. As barragens, a circular da Praia, certas estradas asfaltadas em Santiago, a casa para todos, o porto da Praia, o aeroporto de S.Vicente e Praia terão ser pagas com o aumento dos impostos.

  5. “Casa para Todos” será que esse nome combina com o projeto uma vez que há familias que pagam 20.000 a 30 000 escudos mensalmente na compra de um AP enquanto outros pagam 2000 ou menos, na renda,

  6. ilações

    PAICV: o projecto é bom e vai continuar.
    UCID: o projecto é mau mas deve continuar
    MPD: o projecto é mau e parou por culpa do governo

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