Cinco anos de prisão para ex-funcionária que desviou dinheiro da Silmac

17/04/2015 07:52 - Modificado em 17/04/2015 07:52

cela-prisaoA ex-funcionária da Silmac, Jandira Neves, responsável pelo desvio de 12 mil contos na empresa onde era responsável administrativa, foi condenada a cinco anos e oito meses de prisão. Ainda deverá pagar uma indemnização de 12 mil contos. Os familiares supostamente envolvidos no desfalque foram absolvidos.

 

O Tribunal de São Vicente condenou a ex-funcionária da Silmac, Jandira Neves, a uma pena de prisão de 5 anos e 8 meses. A arguida que estava a ser acusada da prática do crime de abuso de confiança e falsificação de documentos. Deverá ainda pagar uma indemnização no valor de 12 mil contos.

O tribunal deu como provado que Jandira Neves desviou os 12 mil contos da Silmac, entre 2007 e 2012, altura em que o esquema de desfalque foi descoberto.

A ex-funcionária conseguiu manobrar o sistema contabilístico e desviou 12 mil contou da empresa. Jandira Neves realizava sucessivas transferências para contas bancárias dos seus familiares em nome de vigilantes que já não faziam parte da empresa mas que constavam no sistema.

Feita a auditoria, foi possível provar todos os desvios perpetuados pela arguida que confessou o crime de abuso de confiança e adulteração de documentos.

A arguida confessou que realmente fazia as transferências para as contas dos familiares, mas que estes desconheciam o esquema de fraude. Segundo a arguida, o sistema padecia de fragilidades, pois facilitava a transferência para outras contas sem que ninguém se apercebesse.

Os familiares que também foram constituídos arguidos, o marido, o pai e as duas irmãs de Jandira foram absolvidos.

O 2º juiz Crime entendeu que se adequava uma pena de prisão efectiva à arguida, uma vez que aproveitando dos «poderes que lhe foram concedidos no âmbito das suas funções» apoderou-se «do dinheiro da empresa em proveito próprio».

  1. Pedro Silva

    Vejo que ao identificarem empregados particulares cognomizam-nos de “funcionário”; Ora o funcionalismo é um instituto pelo qual a pessoa ( nomeada ) passa a fazer parte de determinado quadro e é remunerado por dinheiro publico; Há muita diferença entre empregado e funcionário; Há empresários que se ostentam quando dizem : o meu funcionário” ; Isto é errado; Ele tem, sim, um empregado que tem um vínculo laboral estatuído por contrato.

  2. Vigilante tristre

    E aquele Mer… de director geral o que fazer dele pelos atropessos à nos vigilantes honestos. pelo que sei é um grande contrabandista.Agradecia a publicaçao da minha apreciação!!!!!!!!!!!!

  3. Maria Fortes

    O problema é que toda a família inclusive o marido estava cega e também sofre de Alzheimer.
    Parece ate que tornou-se uma praga em Cabo Verde.
    Entretanto esta “coitada” teve menos sorte e foi detectada e condenada. Mas não é segredo . dos deuses que em muitas empresas especialmente instituições financeiras como os bancos os “desvios” sao constantes, graças a ajuda clara ou tácita dos colegas e superiores.
    Como é que uma funcionaria do Banco com um salário aproximado de 60 contos mensais, marido não exercendo nenhuma função remunerada pode estar em posse de varias casas e carros de alta gama?
    Só com cobertura interna. E quem tiver a sorte ainda de ter cunhas nos Tribunais, na policia de Fronteira e Embaixadas está garantido dum vôo para Portugal, Estados Unidos, etc,etc, onde pode usufruir do fruto do seu árduo trabalho.

  4. Neusa

    Os 12.000 contos devem estar na sua conta bancária. Basta agora fazer a transferência da sua para conta da SILMAC.

  5. sousa

    Tempos atrás funcionário e família cometeram-se idênticos crimes na CMSV em prejuízo dos munícipes, foram julgados e condenados à penas suspensas. Porque não fazer o mesmo à moça e dar-lhe oportunidade de arranjar recursos honestamente e restituir o valor, contribuindo assim para a correção e construção de uma vida digna . Embora o que ela fez é condenável em todos os sentidos, a pena é bastante pesada! Deus tenha misericórdia dela!.

  6. gilda silva

    Não foi a primeira vaz que ela faz isso. Quando estudavamos 1º ano de curso em 2006 ela me emprestou um dinheiro e depois ficou a me dando volta para me devolver. Me pediu o meu BI para ela levantar um dinheiro que sua tia tinha enviado no meu nome via wester union eu com a minha tolice acreditei e dei o meu BI eu era bolseira e quando colocaram o meu dinheiro de bolsa eu foi la levantar nao tinha nada ao bca pedir um extrato de conta e encontrei e dinheiro levantado e fui ao PJ.E ela confessou.

  7. gilda silva

    De pequenas coisas que vai a grande…..

  8. no ta diduf

    boa pa já qe não pagam aos seus funcionários mais baixos que soa os guardas e que são a sua forca de rendimento que os seus funcionários mais altos roubem estou farto dessas empresas que enriquecem há custa do trabalho do zé povinho que na falta de melhor emprego se sujeita a todo o tipo de abuso sem terem a mínima chance de reivindicarem os seus direitos com a ameaça constante de serem demitidos ABUSADOS APROVEITADORES VÃO CONTINUAR A ENCHER OS BOLSOS ATE QUANDO SE CALHAR ATE EXPLODIR

  9. Vigilante

    O Pedro, socio maioritario da Silmac é um gargantudo, só conversa, agora queremos ver se ele vai levar os ex-diretores os paulo leonilda yazalde, da auditoria argentina, o contabilista nilton, todos para tribunal. Pedro esta de novo na silmac e parece um pato a borrar em todo lado e o Jõao da vigilancia a pultar tudo com a boca.

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