Ulisses deixa o ETCP órfão e atira culpas para o PAICV

14/04/2015 07:47 - Modificado em 14/04/2015 07:47

ulissesFoi chamado pelo povo de “estatuto da vergonha”. Hoje é um estatuto órfão, pois foi abandonado pelos progenitores. E o presidente do MpD enterrou o  Estatuto de Titulares de Cargos Políticos alegando que a divisão interna no PAICV impede que haja um interlocutor válido.

Trocando por miúdos: o líder da bancada parlamentar do PAICV  aprova , a presidente do partido desaprova e o  ex. presidente e primeiro-ministro  fica em cima  do muro. Por estas e por outras, o presidente do MpD agarrou-se a bóia de salvação atirada pelos “tambarinas”  e chamou a imprensa  para dizer que “não há condições políticas para continuar o processo de revisão e aprovação do Estatuto de Titulares de Cargos Políticos. Ulisses aponta como um dos motivos para a falta de condições da revisão do documento, a “divisão interna do PAICV”.  E esclarece ““Não há condições políticas no processo de aprovação, nem para a sua revisão, tendo em conta a situação interna do PAICV, porque não temos um interlocutor válido. Num partido com um corpo e três cabeças, a relação de confiança foi posta em causa durante todo este processo”.

Prossegue dizendo que para a revisão do diploma tem de haver uma consensualização para continuar, assim com a maioria de dois terços para a sua aprovação definitiva. E essa consensualização já não existe.  Ou seja o ETCP está enterrado e …paz  a sua alma.

  1. HLopes

    Ulisses, cara de pau.

  2. PraiaMaria

    O ECTP pode descansar no inferno!
    O povo já disse de forma clara que não o quer e na democracia é o povo que mais ordena!

  3. Avelino R. Pina

    Valeu! Agora um ponto final nessa “lenga-lenga” frustrada e mãos-à-obra.

  4. CidadaoCV

    Pois é … O desgraçado ETCP é um renegado. O povo mal o viu nascer, não o quis, chamou-lhe feio, vergonhoso, roubalheira … O padre (PR), ao vê-lo rejeitado pelo povo, não o batizou (veto). O padrinho (UCID), declarou que sendo assim já não queria saber do afilhado “amaldiçoado”, que para ele, “morreu”. A mãe, (MpD), antes carinhosa e afável com o “lindo” filhinho, perante as circunstancias, foi na onda e também rejeita-o, que nem o patinho feio. Mas … e o pai? (PAICV). Pois é … já não quer assumir a paternidade. Sem mãe (MpD), rejeitado pelo padrinho (UCID) e amaldiçoado pelo padre (PR), tambem o pai (PAICV) já não que saber do filho. Que não tivesse nascido … foi para prevenir estas “coisas” que o PMI-PF foi idealizado.

  5. carla

    Acham que os caboverdianos são totos. Não digo mais nada para um bom entendedor meia palavra basta.

  6. José Rodrigues

    O Ulisses, com essa carinha de riso, que não é riso, saiu-me um bom cambalhoteiro. Mostrou ao Filú que no trampolim é insuperável.

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