Filú passa a bola ao Presidente da República: “Na democracia nada é definitivo”

2/04/2015 07:39 - Modificado em 2/04/2015 07:39

felisberto vieiraA manifestação popular do dia 28 continua a deixar a sua marca no seio dos políticos. Neste momento, vive-se num impasse à espera do próximo passo do Presidente da República. Todos, políticos e sociedade civil, estão à espera de Jorge Carlos Fonseca que dispõe de trinta dias, a contar do dia em que receber o documento, para decidir entre a promulgação ou o veto.

Neste sentido, Felisberto Vieira, líder parlamentar do PAICV, diz que estão a acompanhar a situação de perto “e a bola, neste momento, está no campo de quem tem o dever constitucional de promulgar ou não o documento”.

“A posição do grupo parlamentar do PAICV é a de respeitar a democracia e a liberdade de manifestação e de senso, e exigir que os outros respeitem a liberdade dos deputados e a credibilidade da instituição parlamentar”. Desta forma, Filú demonstra respeito pelas manifestações assim como pede respeito pelos deputados.

“Na democracia nada é definitivo”, argumenta Felisberto Vieira.

  1. Carlos Fortes

    Os cabo-verdianos já não tinham uma grande confiança nos seus políticos.
    Um ou outro merecia um pouco de confiança. Mas mesmos aqueles que aparentemente davam a impressão de serem mais honestos, pela primeira vez na Historia de Cabo Verde, uniram-se e falaram com uma só voz – a voz da ganância incontrolada, do desprezo pelo povo – pelo que esses, uma minoria, também já perdeu a confiança do povo.
    Perante esta dicotomia entre o povo e os políticos que vai perdurar dezenas de anos e que perseguira os políticos que saíram totalmente fragilizados desta peça trágico-cómica, perguntar-se-à como será este País governado no futuro? Será que tornaremos uma segunda Guiné-Bissau?
    Será que passaremos a ser governados por decreto?
    Os nossos sociólogos, infelizmente a maioria desempregada, tem agora um vasto campo de estudo e investigação. Mãos à obra, pelo menos nem que seja POR AMOR À TERRA!

  2. lili

    É uma grande ironia do Filú vir a comunicação social exigir “respeito”.o povo exige um novo estatuto com 1) desconto no salário e processo disciplinar para o deputado que agride (verbalmente ou fisicamente) o outro no parlamento. 2) O Redução de salário.3) corte de todas as regalias.4) Responder em tribunal em caso de corrupção. 4) O deputado não pode exercer outras funções renumeradas, enquanto eleito. 5)Não a imunidade parlamentar. 6 ) Não usar carros do estado a passeios

  3. lili

    Continuação do novo estatuto para políticos: 7) Servir o povo, e não servir-se do povo. 8) Não pronunciar palavrões e nem ofender os outros deputados.9) mais honestidade. 10) mais respeito pelo povo.11) pagar renda de casa com o respectivo salário. 12) Pagar comunicação social com o respectivo salário. 13) Redução de salário.

  4. DESTRUIDOR

    FILÚ, DEIXA DE DESTRUIR O NOSSO PAICV. ALÍAS O BOM SENSO RECOMENDA QUE A SOLUÇÃO, PARA ESSA TRAPALHADA TODA QUE ZÉ MARIA E TU NOS METERAM, É COLOCARES O CARGO DE LÍDER DE BANCADA A DISPOSIÇÃO DA JANIRA (O QUE DEVIAS TER FEITO LOGO APÓS AS ELEIÇÕES)

  5. HL

    Como é que se pode respeitar ladrões, imbecis

  6. mendonca freire

    E uma vergona para os deputados,politicos,sem caracter e triste como envolve dinheiro ai vem os lampioes.respeito uma merda cambadas de sem vergona e nossos aumentos e para quanto 100%?

  7. cabral dja morre

    Os politicos caboverdeanos, a excepcao de uma meia duzia, sao uma manada de vampiros que chupam tudo e nao deixam nada. Faz-me lembrar com saudade a balada do eterno Jose Afonso que lutou com a palavra poderosa e derrotou o fascimo portugues. Durante decadas criticamos revoltamos contra o colonialismo e dominio estrangeiro… E hoje o que temos? O colonislismo e o dominio por uns ignorantes e prepotentes governantes que so mamam e chupam e nao deixam nada. uma vergonha, arrogancia, prepotencia

  8. Mas ele já não disse que não sabe de nada?!

  9. FAIA

    Este procedimento dos deputados é tão grave que, agora, se coloca a questão de se eles estão em condições de representar o povo daqui até as eleições. A mim, parece-me que já não têm legitimidade para representar o povo. E agora!?
    É esses deputados (todos) já não tem a legitimidade e a moral para estarem na casa do Povo a cumprir o papel que lhes cabe de defender o POVO. Devem ser todos escorraçado.

  10. bravense

    pergunto: Existe necessidade de Deputados? Se sabemos que se o governo nao repartir a fraccao a cada ilha, onde irao buscar? Exemplo, a nossa Djabraba. Nao temos barco, nao temos um aerodromo, a ilha encontra-se abandonada. Vai o nosso deputado Gomes, chorar no parlamento, expondo a situacao da ilha e dos seus habitantes, o governo faz ouvido de marcador. Ano entra ano sai é sempre a mesma cantilena. Será que a Brava precisa de Deputado no Parlamento? No entanto o deputado continua com o Salari!

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