ADECO pede acção dos governos ou promete acções

24/03/2015 07:48 - Modificado em 24/03/2015 07:48
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adecoNum balanço das campanhas para a redução do preço da água nas sentinas e fontanários, a ADECO diz que ainda não há mudanças significativas. E avança que se até ao dia 20 de Maio de 2015 não houver alterações, vai solicitar a intermediação de organizações internacionais e de países que cooperam com Cabo Verde a nível do Governo e das autarquias, para além de juristas para analisarem a eventual ilegalidade da imposição às pessoas de adquirirem água nos fontanários.

No que diz respeito à campanha que visa pôr cobro à cobrança ilegal do impresso da factura da água por parte das Câmaras Municipais, reconhece que “a campanha não surtiu o efeito pretendido e a ADECO viu-se forçada a constituir advogado”. Ainda neste ponto, avança que oito autarquias mostraram alguma reacção.

Sobre a campanha para a eliminação da taxa de aluguer do contador, segundo as contas da ADECO, esta taxa retira aos consumidores cerca de duzentos milhões de escudos por ano. “A situação não sofreu qualquer alteração e das entidades a quem enviámos cartas, não recebemos qualquer reacção formal”. Como medida, vai apelar aos juristas, economistas, contabilistas e outras cidades conscientes para analisarem a eventual ilegalidade da taxa do aluguer do contador e para apoiarem a associação. Pretendem também solicitar todos os consumidores para apoiarem financeiramente a ADECO para “levar a luta a bom termo”. Foi entregue uma lista de 4164 assinaturas à ARE para analisar a situação.

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