Grupos de “Gangues” espalham terror nas imediações da discoteca Syrius e Praça Nova

23/03/2015 07:47 - Modificado em 24/03/2015 09:10

ninjas2Um grupo de sete jovens vem sendo apresentado ao Tribunal de São Vicente, por provocar distúrbios na rua da Discoteca Syrius e na Praça Nova. Os jovens que negaram estarem envolvidos em grupos de “gangues” estão sendo acusados de crime de motim.

No dia 8 de Março do corrente ano, dois grupos “Gangues” de jovens não identificados provocaram distúrbios nas imediações da Discoteca Siryus e na Praça Nova. Os jovens acusados de crime de motim, espalharam terror no seio das pessoas que se encontravam no local.

Os dois grupos rivais, constituídos por jovens das zonas Cruz, Fonte Inês e Ribeira Bote, Chã d´Tiliza, Pedreira, resolveram entrar em conflito na zona da Praça Nova, desencadeando uma onda de violência. Munidos de pedras e garrafas, os jovens provocaram distúrbios na via pública, ficando algumas pessoas com ferimentos.

Segundo os agentes policiais, apenas dois dos jovens foram detidos no local. Os jovens informaram à Policia que o grupo estava sendo perseguido por um outro grupo de jovens da zona de Cruz João Évora. Os mesmos acabaram por identificar os outros envolvidos, alguns destes posteriormente detidos. De acordo com informações policiais a desordem era grande que haviam uma multidão de pessoas correndo para escapar de serem atingidas com pedras e garrafas.

Os jovens negaram pertencer a qualquer grupo de “Gangues”  e alegaram que são apenas um grupo de amigos e que não se movimentam como um grupo de ” Gangue”.

Embora as defesas negaram a participação dos jovens em grupos de gangues, e ainda de dois envolvidos terem afirmado que estavam sendo perseguidos por um outro grupo, o MP considera que os jovens devem ser acusados dos crimes quem venham imputados, pois “ não parece razoável que os arguidos tenham dito a verdade.

Uma vez que o comportamento tido pelos arguidos, revelou-se típico dos grupos de “gangues” que quando se envolvem em violência e provocam distúrbios tendem a esconder-se no meio da multidão para confundir e dificultar a identificação.

Um outro comportamento considerado típico dos grupos que actuam com finalidade de tentar contra a paz publica em actos de violência. Isto porque os arguidos puseram em fuga e ao serem detidos denunciaram os inimigos.

O representante do MP diz que não há duvida que existe grupos rivais, pois entende que os arguidos devem ser condenados pelo crime quem venham acusados no artigo 292 do Código Penal, uma vez que ficou provado que perturbaram a paz pública, ficando feridas pessoas inocentes.

 Sabe que nos últimos dias o Tribunal tem vindo a julgar vários outros grupos, considerados “ gangues” e que alguns dos arguidos foram encaminhados á Cadeia de Ribeirinha onde vão aguardar pelo julgamento. De acordo com o Código Penal, artigo 292, os arguidos incorrem uma pena que vai de 6 meses a 2 anos de prisão.

  1. mateus

    O MP agiu de acordo com a lei. pois o cidadão tem direito a usufruir da tranquilidade, e da paz. esses jovens merecem um “correctivo” ,como trabalhar num sol escaladante a quebrar pedras, ou limpar pocilgas..pois assim com mentes ocupadas não cometem actos de violência e vandalismo ao bens públicos sem contar que muitas pessoas ficaram feridas . fica a dica. Precisamos mudar as leis.

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