Onda de assaltos assusta moradores

9/03/2015 08:09 - Modificado em 9/03/2015 08:09

assalto a residencialtoOs moradores das zonas de Chã de Marinha e de Ribeira de Julião, em particular, os residentes no complexo Casa Para Todos em São Vicente, dizem-se assustados com o clima de insegurança devido à onda de assaltos que têm vindo a assolar as duas zonas. Os mesmos pedem melhores condições de iluminação pública.

O medo e a insegurança dominam em Chã de Marinha e Ribeira de Julião. Em particular, os moradores do complexo Casa Para Todos dizem-se inseguros com a onde de assaltos na zona. Onda de violência e de assaltos que toma conta dos moradores e deixa-os assustados.

Num intervalo de oito dias, os moradores contam que houve pelo menos quatro episódios de assalto com violência. Os moradores apelam para uma maior segurança e iluminação pública, pois, no arco de oito dias, dizem já ter contado quatro casos de violência e de assaltos a pessoas.

Arnaldo que veio morar recentemente na zona, conta ao NN que há uma semana sofreu um assalto quando regressava do trabalho por volta das 19:30 horas e seguia para a sua residência quando foi surpreendido por três bandidos que estavam escondidos atrás de um veículo numa rua pouco iluminada e roubaram a sua mala que continha os seus instrumentos de trabalho.

Marcolino também diz ter sido vítima de assalto. Conforme conta, os assaltantes caminhavam na sua direcção. Ao aproximar-se dos dois homens que vinham em sentido contrário, um deles dirigiu-se para ele pedindo um fósforo, mas este não tinha. O outro assaltante agarrou-o pelo pescoço enquanto que o seu comparsa o apalpava para ver se conseguia dinheiro. Não encontrando, retirou-lhe o telemóvel e depois pontearam-no abandonando-o no chão.

Marisa, moradora na Casa Para Todos diz que foi vítima de tentativa de assalto enquanto aguardava pelo autocarro, quando um jovem tentou roubar-lhe a sua carteira no momento em que procurava moedas para comprar o bilhete do autocarro. A entrevistada diz ter escapado ao assalto porque o autocarro chegou naquele instante.

Em Chã de Marinha, Joana Lopes, diz ter perdido a conta das vezes que foi assaltada. A última vez foi na noite desta sexta-feira quando lhe roubaram o retrovisor da sua viatura. Ainda em Chã de Marinha, uma casa foi assaltada.

O facto é que muitos desses assaltos têm vindo a acontecer durante o dia o que contribui para um clima de insegurança quando os moradores saem para trabalhar. O clima de insegurança cresce nos moradores com a onda de roubos e de assaltos que se têm verificado na zona. Casas e pessoas já foram assaltadas. Os moradores e os trabalhadores da zona dizem que os assaltos e os roubos são frequentes e afirmam que o sentimento de insegurança é crescente na zona.

  1. Maria

    Este é o Cabo Verde onde há só uma PERCEPÇÃO de insegurança, segundo a Ministra da Administração Interna e o Senhor Primeiro Ministro! Só há insegurança quando as pessoas que lhes são chegadas são atacadas! Coitados de nós outros!

  2. Transcor

    Penso que a TRANSCOR devia alargar o horario noturno de 21:00 para 23:00, dos autocarros para evitar que as pessoas, pricipalmente do CASA PARA TODOS, sejam assaltadas, pq depois das 21:00 o autocarro vai até Craquinha.

  3. Julio Goto

    … todos sabem que 60 % dos Saovicentinos estao desenpregados.Ganham 5000 escudos de 5 em 5 anos .
    Compra de votos financiados por DITADORES de AFRICA (Lidio Silva).
    O que ha de esperar numa situacao dessas.
    Pa abutre otcha carr um catchor vira lata tyem que morre!

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