Docentes da Escola Técnica do Mindelo denunciam estado de degradação do edifício

6/03/2015 07:33 - Modificado em 6/03/2015 07:33

EICMDocentes da Escola Industrial e Comercial do Mindelo Guilherme Dias Chantre, mostram-se descontentes com as condições de degradação da Escola. Os professores consideram que o edifício tem estado a degradar-se dia após dia, uma situação que consideram “lastimável”.

A constante degradação da Escola Técnica do Mindelo em funcionamento desde 1954, tem sido motivo de descontentamento por parte dos professores que resolveram denunciar as condições em que a Escola se encontra.
Tectos das salas degradados, paredes e coberturas com várias fissuras, muros caídos, são alguns dos “graves problemas apresentados pelos professores. O edifício apresenta várias criticidades e requer uma requalificação profunda, diz o professor de construção civil.

Para um dos professores, a Escola merece uma outra atenção por parte do Ministério da Educação uma vez que o estabelecimento contribuiu e continua a contribuir para o desenvolvimento de muitos e grandes cidadãos cabo-verdianos. “A Escola Técnica do Mindelo como é conhecida, funciona desde 1954 e pouco ou nada recebeu de manutenção”.

As condições da Escola são “lastimáveis” e representam um risco para a comunidade escolar. Os tectos não dispõem de quaisquer condições, quando chove temos de procurar salas com melhores condições, adianta o professor.
De acordo com as informações colhidas através dos docentes, o Ministério da Educação está a par do assunto, mas nunca obtiveram nenhuma resposta. O NN soube ainda que a Escola está a trabalhar num projecto para ajudar na requalificação do edifício e já tem financiamento da Câmara Municipal de São Vicente, mas é necessário mais financiamento.

A requalificação do muro de protecção é também uma das preocupações dos professores que dizem ter caído desde 2006 e nunca mais foi arranjado. A situação é constrangedora para os professores, uma vez que o desabamento do muro tem vindo a facilitar a entrada de pessoas com más intenções, permitindo que a escola seja alvo de actos de vandalismo.

O director da Escola foi contactado pelo NN, mas estava ausente.

  1. Eduardo Oliveira

    O desmoronamento dos edificios antigos, histôricos ou não, estão no Pragrama de “Tude pa Tchom” para a eliminação de tudo quando possa rivalizar com a ilha capital.
    O programa, por enquanto, invisivel, vem sendo trabalhado pois é a base de uma nova Repùblica de Santiago onde as suas ilhas colônias serão geridas como eram geridas a colônia de S.Tomé.
    Põem-se a pau que a estôria não é nenhuma “fortuna do céu .Amén”. Não embala mas tira o sono da vida

  2. Evaristo Barbosa

    Denúncia da Escola Jorge Barbosa que insiste em marcar faltas injustificadas a professores que fizeram greve e outras coisas mais, inclusive faltas marcadas aos Domingos!!!

  3. AGoncalves

    Os assassinos das ilhas do norte ainda continuam a solta,PAICV, MPD, sao todos assassinos aldraboes malandros apos a independencia roubaram-nos tudo que tinha-mos em detirmento da vossa capital,os melhores filhos de S.Antao, Svicente,S.Nicolau,os melhores proficionais,ate querem roubar-nos OS MANDINGAS que pouca vergonha os descarados lembedores dos deseputados destas ilhas sao os melhores traidores
    assassinos

    Mindelo de gema

  4. mateus

    Ate que o Director o António Delacth mendes falou na entrevista da RTC que ” pode-se contar com nada ou pouca ajuda do Ministério”. por isso pediu ao pessoal que estudou na EICM para contribuir. Sinceramente .isso é da competência do governo. 2016 esta a porta

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