Ministério Público liberta adolescentes detidos na posse de armas

5/03/2015 07:44 - Modificado em 5/03/2015 07:44

saída-cadeiaDe acordo com a Polícia Nacional os dois adolescentes pertencem a grupos de assaltantes que actuam na cidade da Praia.

O Ministério Público colocou em liberdade e sob termo de identidade e residência os dois menores detidos no passado sábado pela polícia da brigada anti-crime (BAC) na zona da Várzea, e que segundo a policia pertencem a grupos de assaltantes.

Os dois menores de 16 anos foram detidos por volta de uma hora da madrugada do dia 1 de Março, na localidade da Várzea, na posse de uma arma de fogo.

De acordo com a BAC estes dois menores estavam a preparar-se para efectuar  assaltos na referida zona.

Depois de serem apresentados, ao Ministério Público foram liberados por se tratar de menores e não terem sido detidos em flagrante delito.

Entretanto vão ficar sob termo de identidade e residência, o que poderá ou não limitar as suas actividades no mundo do crime.

  1. cidadon

    manha es ta mata, coitado de knha k perdi ces vida o no?????????? paxencia pa nhos justiças ,,,, menor ta brinca ku brinkedu e nao ku arma de fogo..

  2. Pedro

    16 anos pode responder criminalmente….

  3. Maria

    Já era mais que tempo de termos centros de detenção e correcção para menores, se realmente quiséssemos acabar com a criminalidade juvenil. Uma área separada, nos quartéis, poderia ser adaptada para isso, e os jovens submetidos à disciplina militar, enquanto estudam ou são treinados profissionalmente. Mas deixá-los soltos e entregues a si mesmos, ou a famílias que já provaram não ser capazes de os controlar, não é solução. Só que neste país os problemas não são encarados de frente (continua)

  4. Maria

    Já era mais que tempo de termos centros de detenção e correcção para menores, se realmente quiséssemos acabar com a criminalidade juvenil. Uma área separada, nos quartéis, poderia ser adaptada para isso, e os jovens submetidos à disciplina militar, enquanto estudam ou são treinados profissionalmente. Mas deixá-los soltos e entregues a si mesmos, ou a famílias que já provaram não ser capazes de os controlar, não é solução. Só que neste país os problemas não são encarados de frente (continua)

  5. Maria

    (continução) e coisas que podiam ser resolvidas com uma certa facilidade levam anos ou nunca são resolvidas. Há cerca de 20 anos que Cabo Verde se debate com a delinquência infantil e juvenil, primeiro com os piratinhas que eram introduzidos em janelas e espaços apertados para abrir as portas das casas, e depois com esta onda de criminalidade juvenil que nos assola. Parecemos ter uma incapacidade para avaliar as situações, ver o que precisa ser feito e meter as mãos à obra. Assim, NÃO DÁ!

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2017: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.