Homicídio em Vila Nova: Dionísio vai ser julgado amanhã pela morte da ex-companheira Alcione da Luz

2/03/2015 07:36 - Modificado em 2/03/2015 07:36
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juiz3A sessão do julgamento do cidadão Dionísio dos Santos, acusado da morte de Alcione da Luz, será realizada amanhã, dia 03 de Março pelo 2º Juiz Crime da Comarca de São Vicente. O arguido é acusado de ter   morto à facada a sua ex-companheira ,por que esta  pretendia terminar a relação.

 

Na manhã desta terça-feira, 03 de Março, o arguido Dionísio dos Santos, vai ser confrontado pelo 2º Juiz Crime acerca das circunstâncias que o levaram a assassinar a ex-companheira Alcione da Luz, na zona de Vila Nova, em Março de 2014, de acordo com a sua confissão durante a instrução do processo.

O caso aconteceu no dia 01 de Março na sequência de uma discussão entre o casal em que Alcione da Luz, de 24 anos, pretendia pôr termo à relação, uma vez que já não havia condições para continuarem a viver juntos. O agressor terá desferido golpes de faca nas costas da vítima com quem teve um filho.

Após a agressão, o arguido fugiu para a sua residência na zona da Ribeirinha onde viria a ser detido pela Polícia um dia após o homicídio. De acordo com o exame médico, a morte da vítima foi provocada por três golpes de uma faca de 30 cm, tendo sido uma das facadas dada no braço e as outras duas nas costas o que provocou lesões graves nos pulmões, seguido de hemorragia com excessiva perda de sangue.

Na sessão do interrogatório, Dionísio disse que perdeu a cabeça quando soube que Alcione pretendia viver com outra pessoa e, à traição, desferiu-lhe uma facada nas costas o que lhe provocou a morte.

O arguido está indiciado da prática de um crime de homicídio agravado. Dionísio cumpre prisão preventiva na Cadeia de São Vicente e terá de explicar ao Tribunal a razão pela qual assassinou a ex-companheira.

Se o Tribunal vier a provar os factos que se lhe imputam, pela prática deste crime de homicídio agravado, o arguido incorre numa pena de prisão de 15 a 25 anos. Resta agora esperar pelo julgamento para se apurar o móbil deste crime censurado pela sociedade cabo-verdiana na altura dos factos.

 

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