Padrasto que espancou bebé condenado a três anos de prisão

16/02/2015 08:46 - Modificado em 16/02/2015 08:46

cadeia-01O padrasto que agrediu em Junho de 2014 um bebé de oito meses com as alças de uma bolsa provocando-lhe vários ferimentos no corpo e a consequente hospitalização durante uma semana, foi condenado a cumprir uma pena de 2 anos e 6 meses pelo crime de ofensa à integridade física. Ainda assim, o arguido terá de cumprir mais uma pena de oito meses de prisão respondendo a outro processo-crime. O arguido terá de cumprir, na totalidade, uma pena de 3 anos e 2 meses.

O padrasto que estava a ser acusado da prática de crime de ofensa à integridade física qualificada contra o enteado de 8 meses de idade, viu o crime de que estava a ser acusado convolado para crime de ofensa à integridade física simples, crime esse que, em certa medida, reduz a pena do arguido. O Juiz considerou que não houve qualificação de crime.

O 2º Juízo Crime efectivou a prisão do arguido que se encontrava em prisão preventiva. Não se trata de um réu primário tendo este sido julgado outras vezes. O jovem deverá cumprir uma pena de prisão de 3 anos e dois meses, sendo 2 anos e 6 meses pelo crime de ofensa à integridade física contra o bebé e mais oito meses pelo crime movido de outro processo-crime contra o mesmo.

O jovem foi preso em Junho de 2014, suspeito de ter agredido o enteado de apenas oito meses de idade. A ocorrência foi registada na zona da Ribeirinha e, de acordo com as informações recolhidas, a mãe saiu para a casa da avó e deixou o filho a dormir sob a guarda do companheiro que naquele momento estava a ver filmes.

Ao acordar, a criança pôs-se a chorar pelo que o padrasto resolveu acalmá-la agredindo-a com as alças de uma bolsa deixando vários ferimentos no corpo do bebé, o que o obrigou a ser hospitalizado durante uma semana no HBS. A mãe do bebé ainda acusava o arguido de violência baseada no género.

Contrariando a versão do arguido que insinuou que a criança tinha sido agredida dias antes do ocorrido, o relatório médico concluiu que a criança sangrava pelo corpo todo o que levou ainda a concluir que se tratava de uma agressão recente.

Apesar do arguido insistir em negar os factos que lhe eram atribuídos, o Juiz realçou que o comportamento do arguido foi de “tamanha crueldade” e que ficaram reunidas todas as provas do crime descrito de forma clara pelas testemunhas e pelos agentes da Polícia que o detiveram.

 

 

 

 

 

 

  1. Gomes de Sá

    Castigo merecido. Mas como é que uma mulher com um filho de oito meses de um Homem já está a viver com outro Homem.Mulher sem carácter, que não consegue viver sem homem nem que seja por pouco tempo. Não me venham a dizer que não há outro meio de vida se não for acoplado à um Homem.

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