Ministério das Comunidades quer criar unidade consular

12/02/2015 08:00 - Modificado em 12/02/2015 08:00

fernanda fernandesA Ministra das Comunidades, Fernanda Fernandes, anunciou a criação de uma unidade consular na Bolívia, para ajudar a resolver os problemas dos estudantes cabo-verdianos ali residentes.

É cada vez maior o número de estudantes cabo-verdianos que procuram a Bolívia para fazerem os seus cursos. As dificuldades que aí encontram são várias e de longa data. Depois de vários pedidos e reclamações por parte dos estudantes cabo-verdianos na Bolívia, o Ministério das Comunidades anunciou que irá criar uma unidade consular, no sentido de ajudar os estudantes a obterem os documentos.

Na sequência da estudante da ilha de São Vicente encontrada morta na Bolívia, no passado mês de Novembro, a Ministra, promete reunir esforços para ajudar os estudantes cabo-verdianos neste país criando um consular.

Á RCV, Fernanda Fernandes, Ministra das Comunidades admitiu que os estudantes cabo-verdianos na Bolívia, necessitam de uma representação diplomática, um serviço que lhes dê apoio .

Para a Ministra a questão é bastante difícil de se resolver, mas está á procura de soluções em visto que  isso não depende apenas do Governo de Cabo Verde.

No entender de Fernanda Fernandes, os pais deverão ponderar no momento em que decidem deixar os seus filhos estudar fora do país, recomenda aos pais que analisem as vantagens e desvantagens de cada país.

Uma das desvantagens é deixar os filhos estudarem num país onde não existe representação diplomática de   Cabo Verde. Para tentar minimizar esse problema o Ministério das Comunidades preparou um programa de orientação para  alunos e familiares. As sessões de informações decorrem na cidade da Praia e no Mindelo.

 

 

 

 

 

 

 

 

  1. Carlos Silvino

    Deveria ponderar a Senhora Ministra antes de falar baboseira, porque se os pais e os filhos estao aflitos na própria terra, ao se desesperarem com a falta de alternativas, falta de dinheiro, má qualidade do ensino e consequentemente nao reconhecimento por parte das empresas e instituicoes caboverdianas e, ainda, falta de seguranca para os que querem trabalhar de dia e estudar à noite, correndo os riscos no caminho, eles tem que procurar a bolivia ou Libia ou seja lá o que for.

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