Professores de São Vicente avançam para a greve

2/02/2015 07:53 - Modificado em 2/02/2015 07:53

professoresOs professores de São Vicente reuniram-se em assembleia e decidiram fazer greve na segunda quinzena de Fevereiro de 2015 seguida de manifestação. Esta será a medida de reivindicação caso a ministra de educação não resolva as questões que estão sobre a sua mesa. O SINDEP, a Federação Cabo-verdiana dos Professores e Presidente da UNTC-CS pretendem estar ao lado da classe docente de São Vicente.

Os docentes reivindicam o pagamento de subsídios de carga horária, reclassificações e o estatuto do pessoal docente. Estes são alguns assuntos pendentes que o Ministério de Educação tinha o prazo até 31 de Dezembro de 2014 para resolver. Findo o prazo os professores não viram nem “ fumo nem mandôd” das resoluções. Os  docentes enviaram uma carta a Ministra de Educação, Fernanda Marques  lembrando dos compromissos assumidos com classe  e ainda houve uma reunião no qual não obtiveram nenhuma resposta em concreto- disse o Secretário regional do Sindicato Nacional dos Professores (SINDEP), Nelson Cardoso. Sendo assim a classe docente de São Vicente decidiu marcar uma greve de dois dias para segunda semana de Fevereiro, seguida de uma  manifestação, no qual Nelson Cardoso considera que “ a luta é justa e prende-se a todos os professores, sendo assim vamos avançar para a greve.” Não só a SINDEP apoia a luta dos direitos dos professores assim com o Presidente da Federação Cabo-verdiana dos Professores, João Pedro, diz que vai apoiar esta greve mas defende a ideia de que a greve deverá a nível nacional e no mesmo dia, e para tal vai dialogar com os professores de São Vicente que  já tem uma data. Também o Presidente da UNTC-CS afirma que está ao lado desses professores.

Nelson Cardoso acrescenta que após as tentativas de negociação com a ministra de educação e sem fruto, a acção sindical deve passar a acção laboral, ou seja, os professores de São Vicente devem agir e não somente os agentes sindicais, assegura o Secretário regional do Sindicato Nacional dos Professores.”

  1. Mateus

    essa luta é de todos os docentes. vamos vestir a ” camisa” de professor – trabalhador.

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