Rui Águas aponta o dedo à “finalização”

28/01/2015 07:49 - Modificado em 28/01/2015 07:49

ruiaguas1Depois da eliminação dos “Tubarões Azuis” no CAN’2015, a população do Mindelo diz-se desiludida e indignada com o desfecho da equipa nacional e com o técnico.

Rui Águas justifica eliminação da seleção nacional com a “falta de finalização”

Água reconheceu que Cabo Verde criou boas oportunidades para vencer, sobretudo as duas primeiras partidas, mas que o capítulo da finalização foi fatal para as aspirações da comitiva que tinha traçado como primeiro objetivo a passagem aos quartos-de-final.

O selecionador nacional disse que a seleção trabalhou e muito para passar a fase de grupo, mas que os Tubarões Azuis ficaram penalizados, com a falta de eficácia, ainda que, assegura, foram trabalhadas durante os treinos.

Rui Águas diz sentir-se triste pelo facto de Cabo Verde não ter conseguido transportar a alegria e a esperança que o país depositava nesta equipa.

Enquanto Águas se justifica pela eliminação da equipa nacional, os mindelenses começam a apontar o dedo ao selecionador, afirmando que este podia ter feito um melhor trabalho. Carlos Lopes, Diz que Cabo Verde não ficou de fora dos quartos de finais da CAN devido ao empate com a Zãmbia, mas sim no primeiro joga da equipa contra a Tunisia, que segundo este adepto o selecionador entrou em campo para jogar a empate e não vitória.

“Não foi apenas problema de finalização. A questão de finalização tem vindo a pagar muita culpa, o que aconteceu foi que Cabo Verde “dormiu na sombra de bananeira” e ficou a espera de resultados de terceiros”, afirma Elton Neves.

Elton diz ainda que uma equipa como Cabo Verde que passou ano apuramento para a CAN, em primeiro lugar do grupo não poderia ter dado ao luxo de jogar como jogou. Segundo este mesmo adepto o treinador devia ter repensado o sistema de jogo que utilizou, e começar a dar melhores explicações porque, a questão da falta da finalização “está muito desgastado”.

“Só que para finalizar há que criar oportunidades de golo e nestes 3 empates na Guiné Equatorial as oportunidades claras de golo contam-se pelos dedos de uma mão. Foram 270 minutos de jogo, Cabo Verde marcou um único golo de penalty contra a Tunisia: é muito pouco para uma equipa que marcava 2.5 golos por partida” conclui.

As reacções dos mindelenses apesar de criticarem a selecção nacional, mostram-se conformados com a situação, uma vez que nada podem fazer para alterar este fato.

  1. Na minha opinião acho que Cabo Verde fez os possíveis com os jogadores que tem neste momento. Na anterior edição 2013 Cabo Verde era outra equipa, mais forte em todos os sectores defensivos e ataque, não é por acaso que ganhou a equipa dos Camarões por 2×0. Também o treinador lucio Antunes tinha outra postura jogar com amôr à camisola.

  2. mario

    Chamem o LUCIO ANTUNES.

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