AJEC preocupada com o ano pré-eleitoral

8/01/2015 00:14 - Modificado em 8/01/2015 00:14
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AJECA Associação dos Jovens Empresários de Cabo Verde (AJEC) mostra-se preocupada com alguns riscos internos e externos que podem ser negativos para a economia de Cabo Verde em 2015. Uma das preocupações da associação prende-se com o facto de 2015, sendo um ano pré-eleitoral, poderá deitar por terra algumas “reformas importantes para a competitividade do país” como, por exemplo, o novo código eleitoral.

“O efeito das secas vão-se fazer sentir em 2015, a redução do investimento público em 4,9 por cento no Orçamento do Estado de 2015 e, sobretudo, as reformas que não foram implementadas anteriormente como a legislação laboral”, como descreve Paulino Dias, presidente da AJEC, poderão ter um impacte a nível do crescimento da economia cabo-verdiana.

Mas outros sinais que vêm de fora e que poderão condicionar a competitividade do país também preocupam a associação. E enumera o nível baixo das expectativas da economia europeia a quem Cabo Verde está intimamente ligado e o preço do petróleo que alcançou mínimos históricos. “Todos estes factores constituem elementos de alguma preocupação para a AJEC e também a nossa própria expectativa do crescimento da economia nacional”, conclui.

E assegura que uma das prioridades para 2015 prende-se com “uma maior representatividade e uma maior eficiência das organizações do sector privado. Partilhamos a vontade que seja despoletado o debate sobre a legislação que regula, sobretudo, as Câmaras de Comércio e o Conselho Superior das Câmaras de Comércio para permitir uma maior adequação”, como faz saber Paulino Dias. Acrescenta ainda que o Governo poderá ter um papel importante neste debate.

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