PR e Bispo comentam o atentado ao filho do Primeiro-ministro: Falaram e não disseram nada

6/01/2015 08:12 - Modificado em 6/01/2015 08:12

falarO Presidente da República , que normalmente fala sobre tudo e mais alguma coisa e até quando não devia falar, veio  falar seis dias depois da tentativa de assassinato que foi vitima o filho do primeiro-ministro. Mas falou e não disse : a não ser lugares comuns e frases feitas. Quanto ao Bispo de Santiago, para além das palavras de circunstâncias , receitou o  remédio que a Igreja Católica usa há mais de 2 000 mil anos para tentar acabar com a violência , sem  sucesso , como se sabe.

Dom Arlindo Gomes Furtado, Bispo de Santiago, Cabo Verde, e recém-nomeado Cardeal de Cabo Verde, comenta o atentado à vida do filho do Primeiro-ministro. Reprova o acto classificando-o como algo que não deveria ter acontecido por se tratar de uma vida humana. Mas tratando-se do filho de um Primeiro-ministro, acredita que o caso poderá ter outros contornos.

Mas o Bispo acredita que há necessidade de passar valores para a sociedade, valores profundamente cristãos como o amor pelo próximo. E mostra-se convencido que quando as instituições conseguirem passar às pessoas os valores sobre a importância de viver em harmonia e que todos fazem parte da mesma família então, poder-se-á viver em concórdia.

O Presidente da República Jorge Carlos Fonseca também comentou à RCV o atentado à vida do filho de José Maria Neves. Carlos Fonseca diz que este atentado tem “contornos especiais”. “Um caso que revela muita gravidade e que merece toda a nossa atenção e preocupação e que vem na sequência de outros muito relevantes”, como sublinha o Presidente.

Para Jorge Carlos Fonseca, o país está a viver um fenómeno novo em relação à criminalidade com novos contornos que têm aumentado o nível de insegurança no país com destaque para os principais centros urbanos.

“Tenho repetido a ideia de que precisamos encontrar soluções que façam baixar a criminalidade para níveis comunitariamente suportáveis”, afirma. Mas, para Jorge Carlos Fonseca, este trabalho passará “sobretudo pela determinação e pela firmeza perante o diagnóstico da situação, de mobilizar e investir no reforço das capacidades de resposta”.

  1. Mario Silva

    Por uma questão grafica e de correção no portugues, aconselho a não separarem a vilgula e ou os dois pon tos da palava imediatamente anterior.

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2018: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.