Trinta e seis mortos com catanas e machados

8/12/2014 08:12 - Modificado em 8/12/2014 08:12
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congoRebeldes ugandeses no ocidente da República Democrática do Congo são suspeitos de atacar até à morte, com catanas e machados, 36 pessoas, disseram este domingo as autoridades.

 

O ataque, que decorreu durante a noite na zona de Beni, na província de Kivu Norte, foi o mais recente de uma série de massacres atribuídos a rebeldes muçulmanos, conhecidos como Forças Democráticas Aliadas (FDA). O massacre deu-se numa altura em que crescem os protestos contra a incapacidade do exército e dos “capacetes azuis” das Nações Unidas para acabarem com a repetição destes massacres. Ataques já causaram mais de 250 mortos Mais de 250 pessoas foram mortas desde outubro em ataques nesta área. Segundo as autoridades locais, os massacres seguem um padrão: os atacantes chegam de noite armados com machetes e abatem os moradores, incluindo mulheres e crianças. O chefe da cidade, Jean-Baptiste Kamabu, disse por telefone, a partir da capital Goma, que 36 pessoas foram mortas durante um assalto perpetrado à noite. Outras duas pessoas ficaram feridas e duas foram raptadas, adiantou.

Celestin Ngeleka, porta-voz da operação militar contra grupos armados na região, confirmou o número de mortos após uma busca pelos corpos. “Lamentamos o massacre de 36 compatriotas”, disse. Os rebeldes ugandeses foram expulsos da sua terra, em 1995, tendo sido responsabilizados por pilhar aldeias e forçar os locais a lutar por eles durante anos.

cm.pt

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