Barcos chineses de quarenta: “as autoridades agiram bem “

19/11/2014 08:07 - Modificado em 19/11/2014 08:07
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barcos chinesesOs barcos de pesca chineses que se encontravam de quarentena perto da ilha de Santa Luzia estão agora ancorados ao largo da praia da Laginha. Nas redes sociais já começaram a questionar sobre a sua localização. Sabe-se que os barcos vão ser conduzidos para a CABNAVE para reparações. Mas alguns pessoas não se mostraram muito preocupadas com a situação do local onde os barcos estão ancorados, desde que seja uma estadia rápida e que possam dar entrada rapidamente nas instalações da CABNAVE.

 

A situação da quarentena dos barcos por causa do ébola foi uma preocupação de vários mindelenses. O NN, assim como outros órgãos de informação, inquiriu as pessoas sobre a questão e a preocupação era evidente. Mas, com a garantia dos serviços sanitários que já não há perigo a bordo dos barcos, a tensão diminui, apesar do lema “todo o cuidado é pouco”, continuar em vigor.

Jorge Delgado diz que a medida de quarentena foi correcta e sente que as autoridades agiram da melhor forma. Mas assegura que a preocupação com os barcos vai passando com as garantias dos agentes sanitários, afirmando que a questão é actual e que o trabalho deve ser continuado na prevenção. Dona Maria Santos, da Ribeirinha, afirma que, como qualquer pessoa, ficou preocupada com a presença dos barcos mas confia no trabalho que as autoridades estão a fazer “impedindo que o vírus entre no país”.

Agora, o objectivo das pessoas é que as autoridades possam continuar o trabalho de forma correcta para deixar o vírus longe de Cabo Verde. Para Manuel Duarte, tem de ser “um trabalho contínuo de forma que todas as pessoas possam estar em segurança e longe do perigo”.

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