Atrás de Cemitério: Como driblar o desemprego quando não há trabalho

14/11/2014 07:19 - Modificado em 14/11/2014 07:19

sem dinheiroNuma reportagem realizada pelo NN sobre os problemas na zona de Atrás de Cemitério, um denominador comum era a falta de trabalho para os jovens. Este aspecto era o que mais preocupa, e ainda preocupa esta camada. Mas ainda muitos não têm trabalho fixo, com contrato, mas como alguns afirmam não se pode ficar sem fazer nada a espera que “a sorte bate a porta”.

 

E neste espírito de luta que muitos tem aventurado na procura de um dia de trabalho. A “desova” de contentores em algumas casas comerciais da ilha, e o trabalho no cais são as primeiras escolhas de muitos destes jovens que querem “apenas encontrar algum trabalho para fazer”.

Maky, morador da zona, é um dos vários que fazem esta aventura. E diz que é o que se tem que fazer se não quiser ficar parado sem fazer nada. E apesar de o trabalho ser muitas vezes pesado “vai dando para garantir uma refeição”. Na mesma linha de pensamento Jamy Delgado, outro morador da zona, garante que a única solução que tem aparecido tem sido mesmo os contentores e o caís “para ajudar com as necessidades”.

Mas como fazem questão de sublinhar não é fácil já que são muitos que procuram esta forma para ganhar um dia. Sky, também mora em Atrás Cemitério, e garante que  muita concorrência faz com que muitas vezes o trabalho não seja constante. “Muitas vezes trabalhamos um dia durante um mês, e só voltamos a trabalhar no mês seguinte”, como faz questão de sublinhar, para evidenciar as dificuldades encontradas.

Mas os jovens garantem que não vale a pena ficarem sentados e que tentam ao máximo para conseguir um dia de trabalho, e assim levando “a vida para a frente”.

  1. Artista

    Mas que notícia sem nexo, grande novidade estão nos dando.

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