Enquanto Americanas optam por dormir, Brasileiras preferem transar

13/11/2014 10:08 - Modificado em 13/11/2014 10:08
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sexoSegundo uma pesquisa, de 4 países estudados apenas no Brasil as mulheres escolhem fazer sexo quando a outra opção é uma boa noite de sono.

 

Ok, o Brasil não é um país perfeito. Acabamos de ter um processo eleitoral para provar isso. Campanhas medonhas, promessas vazias e esperança escassa.

Mas nem tudo é inferno nas terras canarinhas. E bem sabemos disso.

Sem contar a riqueza natural e cultural que nosso país esbanja, ainda temos as mulheres mais fogosas do mundo!

Talvez esteja exagerando um pouco, tudo bem. Mas olha só o que uma pesquisa acaba de revelar: as brasileiras preferem transar do que dormir.

O estudo Woman, Power & Money, que está na sexta edição, foi lançado na quinta-feira e pesquisou mais de 4 mil de mulheres em quatro países diferentes (Estados Unidos, Reino Unido, China e Brasil) para descobrir o que é realmente importante para as mulheres quando falamos de poder, dinheiro, família, futuro e outras coisas.

Assim, a pesquisa procurou verificar o que elas acham ser mais fundamental ter em suas vidas para alcançarem uma vida plena num mundo complexo.

E quando a pergunta envolveu “dormir ou transar”, elas foram categóricas: dormir.

Não que as mulheres pesquisadas estejam insatisfeitas com suas vidas sexuais. Na verdade, o estudo aponta que elas estão bem nesse sentido. Apenas valorizam mais uma boa noite de sono do que sexo para seu bem estar.

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A EXCEÇÃO DA REGRA

As brasileiras, contudo, não concordam com o resto do mundo. Ao menos com americanas, britânicas e chinesas.

Nossas garotas preferem transar a dormir.

Enquanto nos Estados Unidos 60%, no Reino Unido 68% e na China 70% delas optam por tirar um ronco, no Brasil uma dose generosa de 32% das mulheres escolhem o mesmo caminho.

O que nos leva a concluir que 68% querem aproveitar o tempo da forma divertida.

E quando questionadas se preferiam ficar três meses sem sexo ou sem tecnologia, as americanas e as britânicas responderam que viver desconectadas não dá – elas sacrificariam a transa. Já para as brasileiras e chinesas a tecnologia perde essa briga.

OUTROS RESULTADOS

A pesquisa também apontou um dado interessante e bastante polêmico, principalmente nas discussões aqui no El Hombre.

Quando perguntadas se prefeririam ter mais dinheiro, poder ou sexo, 80% respondeu dinheiro. Mas se você já pensou nas interesseiras de plantão é bom rever os conceitos.

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O estudo mostra que essas mulheres se preocupam mais com o bem estar da família do que com suas próprias necessidades.

O dinheiro é tão importante pois assegura o futuro dos seus (as mulheres pesquisadas tinham entre 21 e 70 anos). As moças preferem ver seus filhos num bom colégio ou conseguindo um bom emprego do que elas mesmas ganharem uma promoção no trabalho.

Por fim, aproximadamente 90% delas respondeu que prefeririam viver 10 anos com uma boa saúde do que 20 com mobilidade limitada. É o medo de dar trabalho aos outros, de ser um peso na vida das pessoas.

E aí, gostou das conclusões do trabalho?

 

elhombre.com.br

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