Artesanato de decoração como forma de driblar a crise

11/11/2014 07:36 - Modificado em 11/11/2014 07:36
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fonte felipe2Mário Dias e Paulo Almeida, são os fundadores do ateliê de decoração de eventos infantis, Palmaris, na zona de Fonte Filipe.

O ateliê é especializado em decoração de eventos infantis, e são feitos de forma artesanal. Os proprietários do ateliê dizem que fazem decoração para outros tipos eventos, “nós não fazemos apenas decoração de festas infantis, fazemos baptizados, casamentos, e jantares especiais, mas o nosso foco são as festas infantis e também fazemos festas convívio espectáculo de rua, eventos culturais”, explica Paulo Almeida.

Paulo foi quem teve a ideia do projecto,  quando viu o talento do amigo na confecção dos materiais de decoração propôs-lhe que abrissem um negócio de decoração. Paulo diz que na altura viu que era uma boa ideia, porque queria arriscar a fazer algo de que gosta e se conseguisse ganhar dinheiro com isso melhor.

Mário explica que no início não foi fácil devido a falta de capital para abrir o negócio e diz ainda que também tinha medo de arriscar, porque não sabia se iria dar certo, mas como qualquer empreendedor ele também viu uma oportunidade de “driblar” a crise e o desemprego em São Vicente “e desde então estamos juntos a trabalhar neste projecto ”.

As primeiras dificuldades são a nível financeiro, Mário explica que quando começaram não possuíam capital suficiente, mas mesmo assim seguiram em frente com a ideia porque acreditavam que iria dar certo. E como tinham o apoio de diversas pessoas nomeadamente de familiares, resolveram fazer empréstimos junto deles e também de amigos, e foi assim que começaram o negócio.

O incentivo das pessoas é importante. Mário diz que em relação a concorrência não sente muita coisa, porque fica concentrado trabalho. “Decoração como todos os negócios tem altos e baixos, é complicado, mas tento não pensar nestas fases complicadas e  centrar-me no essencial que é a parte artística” d

Mário acredita na expansão do projecto e que um dia consiga chegar onde quer, porque acredita na sua capacidade como artista e também pelo facto dos seus trabalhos serem reconhecidos pelos seus clientes.

Os responsáveis acreditam que para abrir um negócio é preciso ter responsabilidade, carácter, acreditar na sua capacidade e ter ao lado pessoas que estarão dispostas a os apoiar quando necessário. “Futuro é continuar com o nosso trabalho” enfatiza Mário.

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