Protecção de testemunhas: Comissão de Programas Especiais de Segurança é inoperante

10/11/2014 07:10 - Modificado em 10/11/2014 07:10

testemunhaNo momento em que PJ dá mais um golpe no crime organizado em Cabo Verde, com a apreensão de 531 quilos de Cocaína e a detenção de seis indivíduos, o jornal a Nação revela que a chamada deleção premiada é um “presente envenenado” para os delatores. Isto porque de acordo com esse semanário a Comissão de Programas Especiais de Segurança, a entidade que tem por missão zelar pela protecção de testemunhas que colaboram com justiça é inoperante.

O semanário cita o caso de Zany Monteiro, cuja delação permitiu as autoridades prenderem e condenarem Lígia Furtado, Zé Pote e José Jorge no processo que ficou conhecido como o “ Voo da Águia”. De acordo com a Nação “ volvidos doze meses após a sua soltura, a ex- baronesa da droga, como ficou conhecida “ contínua sem os novos passaportes dela e dos familiares para que pudessem mudar de nome de país no âmbito do acordo que ela diz ter feito com a Justiça. Também revela que Zany “ no dia em que saiu em liberdade foi deixada sozinha de mala na mão à porta da Cadeia de São Martinho. Como é do domínio público isso originou a publicação de cartas onde a ex-reclusa acusava o Ministério de Publico de não cumprir com o acordo.

Magistrados contactados por este online defendem que “Comissão de Programas Especiais de Segurança tem que funcionar “. Mais importante: “ tem que dar confiança a quem quer colaborar com a Justiça“.

 

  1. migranha

    Hummmmmmm! Tem q chegar as raices !!! O e ‘ mato malo propi?

Os comentários estão fechados.

Publicidades
© 2012 - 2018: Notícias do Norte | Todos os direitos reservados.