Calote do Governo estrangula empresas: MOAVE E SOCIAVE esperam receber cerca de 110 mil contos em IVA

3/11/2014 00:02 - Modificado em 2/11/2014 22:54

EscudosHá muito que a Administração Fiscal mostrou que não é uma pessoa de bem: cobra dos contribuintes, mas não paga aos contribuintes. No tocante ao pagamento do IVA e a sua restituição o Governo é useiro e vezeiro nessa prática. Que o digam as empresas que em sede de IVA pagam as contribuições, mas não são reembolsadas. Situação que coloca algumas empresas a beira da falência e outras com problemas de tesoureira.

De acordo com a ASemana o fisco deve a MOAVE cerca de 100 mil contos. Estes números não foram confirmados pela administração da empresa que se nega “ a comentar o assunto na praça pública “. Este online sabe que essa divida existe, visto que os produtos da MAOVE como a farinha estão isento do IVA, e que o próprio governo não o nega e sabe os valores. Tanto que no mês de Julho o Primeiro – ministro prometeu as empresas sedeadas em São Vicente que “ a devolução do IVA” seria feita no prazo de três meses. Isto porque ficou convencido que as empresas tinham razão quando lhe informaram que estava a funcionar no “vermelho” devido a não restituição do IVA.

IVA-João Santos, presidente do Conselho da Administração da SOCIAVE, que na altura tinha colocado esse problema ao primeiro – ministro, veio dizer ao ASemana que “ Acontece que as indústrias cujos produtos são considerados de primeira necessidade – frangos, ovos, farinha, pão, iogurtes, entre outros – estão isentados do IVA, mas pagam esse imposto nas Alfândegas e em todos os serviços que solicitam para depois serem reembolsados pelo fisco. Mas a verdade é que isso não acontece e por isso Santos assevera que “ as indústrias ficam descapitalizadas e o IVA passa a ser um custo adicional.

  1. Silvério Marques

    Este Governo deve milhões de contos a privados nacionais. Reconhece a dívida e diz que não pode fixzr uma data para o pagamento. Perante isso muitos juízes não dão sentença e o processo fica parado. Falo de Santiago onde as dívidas são de terrenos expropriados para a construção de barragens, estradas, ZDTI’s, para além do IUR, IVA e outros fornecimentos feitos ao Estado e ás Câmaras municipais, que dizem não poder pagar porque o Estado também lhes deve. Ainda em S.Vicente, há uma esperança.

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