Entre o marasmo e serenidade em que ficamos ?

29/10/2014 07:57 - Modificado em 29/10/2014 07:57
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humberto britoUma declaração politica do  MpD trouxe para ordem do dia na Assembleia Nacional  retomam o debate sobre a nomeação do Governador do Banco de Cabo Verde. A oposição de marasmo institucional . A situação fala de serenidade . Em que ficamos?

 

Sobre a nomeação do Governador do Banco de Cabo Verde, o MpD e a UCID estão em sintonia política, ou seja, consideram que o Governo descurou da importância do BCV. O líder parlamentar do Movimento para a Democracia, Fernando Elísio Freire, disse à RCV que é grave e inadmissível o facto do Governo não ter ainda publicado a nomeação do novo governador, 84 dias depois de Carlos Burgo ter posto o cargo à disposição. O líder do MpD vai mais longe nas suas alegações e afirma que “o marasmo institucional tomou conta do BCV e o vazio perturba o normal sistema de funcionamento financeiro e demonstra a falta de rumo do sector”. A UCID, por sua vez, assegura que há um descuido por parte do Governo sobre a importância da nomeação do governador do BCV e apela ao Governo para a resolução dessa nomeação, isto porque o BCV é importante na gestão monetária e financeira do país.

Ao contrário das considerações do MpD e da UCID, o líder do PAICV, Felisberto Vieira  alega que estão a trabalhar com serenidade e responsabilidade para que o Banco de Cabo Verde possa ter todos os órgãos previstos na lei e garante que existe uma administração interna, logo não há vazio institucional.

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