Residenciais e pensões abaixo dos cinquenta por cento

29/10/2014 07:46 - Modificado em 29/10/2014 07:46

50offA taxa de ocupação verificada em várias residenciais e pensões na ilha de São Vicente ronda os cinquenta por cento no máximo. É a média feita, mas há casos em que a taxa de ocupação não passa dos vinte e cinco por cento. Apesar das dificuldades na área, a esperança é que a partir de Novembro a situação possa mudar com a chegada de vários grupos de turistas na ilha.

 

Na Residencial Chave de Ouro a informação fornecida é que, neste momento, a taxa ronda os cinquenta por cento. Mas o ideal, como é apontado, seria à volta dos noventa por cento. No Mindel Residencial a taxa de ocupação também se queda pela metade. A Residencial Chez Lutcha, por sua vez, diz que a taxa não passa dos quinze por cento.

Na generalidade, o sentimento expresso é que o movimento na ilha está fraco. “Em São Vicente não é grande coisa, como nas ilhas do Sal ou Boavista”, como expressa um responsável da Residencial Chave de Ouro. Para o Aparth Hotel Avenida, a implementação da taxa turística e o aumento do IVA não ajudaram em nada a hotelaria da ilha. O mesmo sentimento também reside na questão de que a ilha, muitas vezes, é utilizada apenas como ponto de ligação para a ilha de Santo Antão e, por isso, muitas vezes os turistas acabam por ficar apenas uma única noite.

De todas as taxas abaixo dos cinquenta por cento, o Hotel Lazareto é apenas o único que apresenta uma taxa a rondar os noventa por cento. Mas como foi explicado, o hotel encontra-se com esta média devido aos responsáveis de uma obra perto do hotel e desabafam que se não fosse por este facto, estariam sem ninguém.

Palavras como “difícil”, “complicado”, “delicado”, servem para as residenciais e pensões caracterizarem a situação que vivem, esperando que Novembro possa trazer uma nova esperança.

  1. A implementação da taxa turistica, os hoteis e residenciais vem diminuir a ocupação dos turistas nestes empreendimentos

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