Segurança volta a ser questionada

10/10/2014 00:34 - Modificado em 10/10/2014 00:34
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formula 1O grave acidente de Jules Bianchi no Grande Prémio de Suzuka, no Japão, no domingo, veio relançar a discussão sobre a segurança dos pilotos.
No ano passado, numa reunião que contou com a participação do patrão da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, a Federação Internacional Automóvel (FIA) e os responsáveis das principais equipas foi rejeitada a proposta de se colocarem cockpits fechados.
Foram mesmo os responsáveis das principais equipas em competição que, apesar de verem benefícios para a segurança dos pilotos, rejeitaram a proposta com o argumento que visualmente os carros não ficariam bonitos.
Antes disto, a FIA já tinha realizado testes com cúpulas (semelhantes a jatos) ou com a colocação de barras de titânio: ambas as ideias foram rejeitadas, pois na primeira hipótese, em caso de acidente ou até mesmo de incêndio, seria difícil resgatar os pilotos do veículo e, na segunda, tinha o inconveniente de retirar parte da visão aos pilotos.

Acidentes graves
No entanto, estas medidas de segurança ganham agora força, depois de vários acidentes, como foi o caso de Felipe Massa, em 2009, que saiu inconsciente da pista, com uma contusão no olho e uma fratura no crânio.
Mas no passado domingo surgiu o caso de Jules Bianchi: o piloto francês despitou-se e embateu contra um trator que retirava o carro de Adrian Sutil, colocando Bianchi entre a vida e a morte.
Neste momento, Bianchi permanece nos cuidados intensivos, num hospital do Japão, em estado crítico mas estável. Porém, existe o risco de o piloto poder ficar em estado vegetativo.

 

cm.pt

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