Cadeia da Ribeirinha: Agentes prisionais temem rebelião dos presos

10/10/2014 00:08 - Modificado em 10/10/2014 10:00

cadeia-01A superlotação nas cadeias também constituiu um grande problema para os agentes de segurança prisional. Anildo Lima, agente sindical, disse ao NN que “a Cadeia Central de São Vicente encontra-se lotada, pois tem capacidade para receber 150 reclusos e, neste momento, acolhe um total de 309”.

No seu entender, a situação agrava-se quando “existem apenas 48 guardas prisionais, ou seja, um grupo de seis agentes por turno”. Uma situação que Anildo Lima considera “bastante complicada”. E não tem dúvidas que, em caso de uma rebelião, “será difícil segurar os reclusos até à chegada dos reforços”.

Para Anildo Lima, o número de agentes prisionais é insuficiente para trabalhar com tantos reclusos. O maior receio dos agentes é que um dia os reclusos resolvam fazer uma rebelião, tal com aconteceu na Cadeia de São Martino, na ilha de Santiago. Por isso, considera urgente a contratação de mais agentes prisionais para a Cadeia da Ribeirinha.

É de referir que os agentes prisionais trabalham oito horas diárias sem direito a descanso, cerca de cinquenta e duas horas, sem qualquer compensação.

  1. Djê Guebara

    Se algun dia esso acontece existira uma sò solução, morte como eles tiram a matar,porque existe um refram que diçe ( Morto o cão se acabou a raiva) s. vicente jà esta demasiado com essos dlincuentes e lixos das sociedades.

  2. Mindelense

    Se já estão prevenindo essa rebelião, então já é hora de contactar as forças armadas, solicitando a Policia Militar, chocada e também os fuzileiros. Perguntem as presos da última rebelião na cadeia da Ribeirinha de como foram tratados pelos fuzileiros nessa época? Há questões muito simples de se resolverem na sociedade, mas infelizmente os direitos humanos e os advogados, são dos que têm fomentado mais a violência, protegendo estes bandidos violentos.

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