Tarrafal: Comandante da PN reprova atitude do agente

2/10/2014 07:29 - Modificado em 2/10/2014 07:29

6466678José Carlos Tavares, Comandante da Esquadra da Polícia do Tarrafal de São Nicolau, reprova a atitude e o comportamento do agente da Polícia Nacional e diz que ainda o agente não soube explicar como é que a sua arma de serviço sumiu. Caso venham a ser confirmados os factos de que a estudante estava na posse da arma de serviço do Polícia, os dois envolvidos podem ser acusados de crime.

 

Para o Comandante da Esquadra da Polícia do Tarrafal de São Nicolau, José Carlos Tavares, a atitude do agente da Polícia Nacional é reprovável: “reprovo a atitude e o comportamento do agente em questão”.

O Comandante da Esquadra da Polícia do Tarrafal de São Nicolau afirma que o agente tem de explicar como é que a arma foi parar nesse local porque, até agora, não conseguiu dar uma explicação convincente sobre o que se passou.

De acordo com José Carlos Tavares, receberam uma chamada telefónica a informar que “num banco, junto de uma residência, estava uma arma e os agentes foram constatar in loco se era verdade”. Os agentes da Polícia Nacional recolheram a arma. O agente está a cumprir as suas funções normalmente na esquadra porém, foi-lhe retirada a arma de serviço. Entretanto, foi aberto um processo para averiguar essa situação: “estamos com um processo em curso e esperamos a conclusão no prazo razoável para assumirmos uma posição em relação a esse agente”.

De acordo com a RCV, caso venham a ser confirmados os factos de que a estudante alegadamente subtraiu a arma de serviço ao agente da Polícia Nacional, tanto o agente quanto a estudante podem ser acusados de crime. Mas isso depende dos resultados do inquérito que o Ministério da Administração Interna mandou instaurar, como afirma a Ministra Marisa Morais. “Aquilo que podemos fazer e já o fizemos, foi ordenar uma averiguação que pode ou não desembocar num procedimento disciplinar se os factos forem confirmados”.

Marisa Morais diz que assim que tiveram conhecimento, ordenaram imediatamente à Inspecção-Geral de Segurança Interna para averiguar e, dessa averiguação, sairá a decisão de um processo disciplinar ou não.

O Comandante da Esquadra da Polícia do Tarrafal de São Nicolau, José Carlos Tavares, lamenta o ocorrido e espera que o processo seja esclarecido o mais rapidamente possível mas, por agora, aguardam o desfecho do processo para se pronunciarem mais a fundo sobre o processo.

É de realçar que uma aluna de 15 anos de idade, foi abordada no sábado 27 de Setembro na Escola Pedro Corsino de Azevedo, no Tarrafal de São Nicolau, quando um agente da Polícia Nacional invadiu a sala de aulas para tomar a sua arma de serviço que alegadamente estava com essa aluna.

  1. Celeste Vieira

    “O agente está a cumprir as suas funções normalmente na esquadra porém, foi-lhe retirada a arma de serviço” (fim citacao)
    Se fosse no meu tempo, no tempo colonial, tal era inconcebível.
    O agente em questão seria suspenso e ser-lhe-ia levantado um processo disciplinar até que os factos fossem apurados.
    Outros tempos, outras normas, outros comportamentos, outras atitudes, reflexo do nível dos actuais dirigentes do nosso País.

  2. tukinha

    palhaçada senhor comandante da policia de Tarrafal de s.n kel estudante assalta kel policia ca dvera hora de abri boca pa fala tud ou calod e amdjor hora de fala tudo

  3. tukinha

    palhaçada senhor comandante da policia de Tarrafal de s.n kel estudante assalta kel policia ca dvera hora de abri boca pa fala tud ou calod e amdjor hora de fala tudo

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