PGR: “não houve desaparecimento de processos no MP do Sal”

24/09/2014 07:25 - Modificado em 24/09/2014 07:25

oscar tavaresSobre os processos desaparecidos no Sal como tinha adiantado a RCV, a mesma estação radiofónica veio esclarecer que “não houve desaparecimento de processos mas sim mal organização. Como explica Óscar Tavares, Procurador-geral da República, o Conselho Superior determinou que se procedesse à contagem dos processos de todas as procuradorias. E esclarece que da contagem, notou-se que há processos que não foram apresentados mas que estão nos arquivos”.

 

Tavares atribui a este “desfasamento” o resultado de uma certa desorganização do funcionamento das secretárias e da insuficiência de pessoal.

O Procurador-geral da República tenta tranquilizar as pessoas dizendo que não houve desaparecimento de processos e diz que no caso de desaparecimento de processos “far-se-ia sempre a reconstrução dos processos nos termos legais”.

Sobre a funcionária acusada de estar ligada ao desaparecimento, os motivos da sua transferência estão baseados numa decisão pessoal. E não há nada a apontar-lhe porque não houve desaparecimento de processos.

 

  1. Emanuel semedo

    Sendo uma coisa ou outra, as duas situações não abonam qualquer Instituição, muito menos a Justiça. É indesculpável.
    Talvez seja por falta de organização já que é quase certo que não é por sumiço que dois processos que deram entrada na Procuradoria com 15 dias de diferença relativamente às datas de entrada, do 1º não se sabe nada, do 2º sabe-se que o julgamento já vai sair.
    Diante dessa desorganização impera o sabor das vinganças pessoais ou os interesses de determinados magistrados?

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