Mais uma vez adiado

18/09/2014 07:26 - Modificado em 18/09/2014 07:26
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tribunal mindeloO julgamento do agente da Polícia Nacional Ilaugino Fortes, acusado de homicídio por ter assassinado o companheiro da enteada e que estava previsto para esta terça-feira, 16 de Setembro, foi  adiado para o dia 7 de Outubro.

 

Esta é a segunda vez que o julgamento do agente da Polícia Nacional é adiado. Somente no dia 7 de Outubro é que se saberá o desfecho do caso desse agente da Polícia Nacional. De acordo com o advogado de defesa do arguido, Dr. Edson Costa o julgamento foi adiado por dois motivos: “solicitámos uma perícia médica que ainda não está pronta e a psiquiatra que fez o relatório médico do processo está ausente”.

O caso ocorreu na residência do agente da PN Ilaugino Fortes e na sequência de um desentendimento, o mesmo sacou da sua arma de serviço e disparou contra a vítima “Chaka” que foi baleada com quatro tiros. “Chaka” não resistiu aos ferimentos e faleceu no Hospital Baptista de Sousa.

Ilaugino Fortes está indiciado da prática de um crime de homicídio. Na audiência em Tribunal para determinar a medida de coacção, o juiz aplicou a medida de coacção mais grave, a prisão preventiva. Em Janeiro de 2014, o Ministério da Administração Interna demitiu o agente.

O crime

Na noite de 26 de Julho de 2013, sob efeito do álcool, o agente da PN Ilaugino Fortes envolveu-se numa discussão com o indivíduo que vivia com a sua enteada e o agente acabou por usar a sua arma e disparou quatro tiros contra “Chaka”. O caso ocorreu por volta das 21 horas, na Ribeira de Craquinha quando, uma hora antes, Ilaugino deveria ter-se apresentado na Polícia Nacional para cumprir serviço. A vítima acabou por falecer no Hospital Baptista de Sousa e o autor dos disparos, Ilaugino, foi detido e conduzido ao HBS porque se sentiu mal depois de ter morto “Chaka”.

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