Via profissional em recursos renováveis

8/09/2014 00:12 - Modificado em 8/09/2014 00:12
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SalesianoA escola Salesiana de Artes e Ofícios “quer retomar o ensino da via profissional. Para mim, o projecto teria começado este ano, mas não temos financiamento para ele.” O objectivo é “proporcionar educação ambiental aos alunos e a toda a comunidade educativa”, afirma o Director da Escola Secundária, João de Carvalho.

 

O Director disse que está à procura de financiamento a nível nacional e internacional para primeiro apetrechar o espaço. “Nós temos três oficinas mas estão às moscas neste momento. E, nesse sentido, já tivemos um encontro com a Ministra da Educação e Desporto, já contactámos com uma senhora que gere a carta integrada do ensino e formação profissional e também do empreendedorismo no sentido de vermos se encontramos financiamentos para, pelo menos, pagar os mestres, porque do momento em que conseguimos garantir os salários, há maneira, com muito trabalho, de encontrar financiamentos a nível nacional com parcerias e internacional que estão interessadas em apoiar o ensino profissional em Cabo Verde”.

Em relação à abertura do ano lectivo 2014/2015, João de Carvalho disse que a escola já tem praticamente todos os professores distribuídos por 31 turmas, 7 do 7º ano, 7 do 8º ano, 6 do 9º ano, 6 do 10º ano, 4 do 11º ano e apenas 1 turma do 12º ano. Ainda não se sabe bem quantos alunos pertencem ao ensino secundário, mas o dirigente da escola confirma que estão incluídos ao todo, no ensino secundário e no básico, cerca de 1400 alunos.

Quanto à inclusão da disciplina de Introdução ao Empreendedorismo e Inovação na escola, o Director disse que “o empreendedorismo tem sido uma oferta em parceria com outras instituições, nomeadamente a ADEI que fez aqui algumas sessões de empreendedorismo no ano passado com os alunos do 11º ano. E este ano, a perspectiva é que esta vertente esteja presente no 3º ciclo do secundário. Ainda não tenho uma noção como vai funcionar, mas já é uma tradição da escola ter essa dimensão e inclusive já criámos até uma empresa para fazer a indumentária do Carnaval”.

Mas o projecto de escola sócio-desportiva que funciona aqui há cerca de 3 anos continua e este ano o financiamento está orçado entre os 10 e os 13.000 euros.

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