Electra garante distribuição da água com regularidade, mas com tendência a diminuir

22/08/2014 00:04 - Modificado em 22/08/2014 00:04

águaDurante a época do Verão, a ilha de São Vicente depara-se, frequentemente, com a escassez de água devida, muitas vezes, a avarias das máquinas na central da Electra. Este ano, a Electra garante água nas redes com regularidade mas com tendência a diminuir.

 

Nalgumas zonas já se ouvem rumores acerca da escassez de água que acontece frequentemente, sobretudo, na época do Verão. A população parece preocupada e receosa com a situação que se repete anualmente.

Hipólito Gomes responsável pela produção e distribuição da água da Electra Norte, garantiu ao NN que todas as máquinas estão a funcionar normalmente e que a manutenção está a ser feita constantemente, por isso, garante que a Electra tem feito diligências para que, mesmo na altura em que São Vicente recebe um maior número de pessoas, não falte água.

O responsável avançou ainda que durante a época do Verão, mais precisamente nos meses de Agosto e de Setembro, há maior consumo de água devido ao calor e ao aumento da população por causa das férias, por isso, Gomes alerta que a tendência é a diminuição da distribuição de água ao longo destes meses.

A zona de Espia é uma zona que já apresenta dificuldades no acesso à água. Questionado sobre a situação desta zona, Hipólito afirma que em zonas altas há uma certa dificuldade na subida da água para chegar até ao topo, deste modo, poderá haver zonas com problemas no acesso ao bem.

 

  1. Carlos Fortes

    Alguns anos atras e por uma casualidade encontrei com um técnico de maquinas na Cidade de Amesterdão e após uma pequena troca de palavras apresentei-me como caboverdiano. Por mera casualidade ele confirmou-me tambem que tinha trabalhado por algum tempo na Electra em S.Vicente dando assistência técnica.
    Ele perguntou-me se os problemas de apagoes e cortes de luz tinham desaparecido em S.Vicente pelo que lhe respondi que infelizmente já habituamos a essa caotica situação.
    Com um sorriso irónico ele retorquiu: – quando trabalhei na Electra eu e os meus colegas holandeses despíamos as nossas roupas e vestíamos o nosso fato de macaco e na hora exacta estávamos no nosso posto de trabalho.
    Horas depois chegavam os intitulados de “engenheiros” caboverdianos todos de “fato e gravata” e só observavam o que fazíamos com as nossas mãos sujas de óleo. Nem se quer eles estendiam um dedo quanto mais pegar numa chave de fenda.
    Claro que enquanto perdurar esta mesquinha mentalidade dos vossos chamados “técnicos superiores” os apagoes e os cortes de luz serão o pao nosso de cada dia no vosso País, que a propósito é muito lindo e em especial muito romântico nas noites de apagão.

  2. Julio Goto

    …sou maquenistas ( sou daqueles que saiu da Escola de Cabotagem de Cabo Verde) trabalhei nos barcos de pesca com motores de 1000 cavalos ate 12500 cavalos exercendo a funcao de chefe de maquinas primeiro etc…. faziamos manutencao a bordo e em terra durante a descarga ,periodo maximo de 4 dias. Em duas paragens faziamos a manutencao da maquina principal sem projidicar o ritemo das pescas.
    Se a ELETRA tem essas dificuldades todos os anos e porque ha NEGLEGENCIA ou falta de CONPETENCIA.)

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