Chefe de máquina do navio Sal Rei “sem eira nem beira”, há oito meses sem salário

20/08/2014 01:00 - Modificado em 20/08/2014 01:00

Omar Oviedo, chefe de máquina do navio Sal Rei, cidadão de nacionalidade cubana encontra-se “sem eira nem beira”. Isto porque recebeu o último vencimento no final do mês de Dezembro de 2013 e nunca mais viu a cor do dinheiro que lhe garantia o seu sustento e o da família.

 

Omar Oviedo foi contratado no mês de Março de 2013 para trabalhar como chefe de máquina no navio Sal Rei que encalhou no dia 31 de Outubro de 2013 à entrada do Porto da Praia. Desde essa data, o navio encontra-se encalhado e os tripulantes estão parados sem receberem um tostão.

O chefe de máquina reside na Residencial B. Leza e já acumulou dívidas por falta de pagamento. Omar Oviedo afirma que neste momento não tem como sobreviver, vive da ajuda de amigos, pois não recebe o salário há oito meses. Oviedo diz que tem “família em Cuba e responsabilidades a cumprir”. Neste momento não consegue contactar com os familiares, pois o telefone da sua casa em Cuba foi cortado por falta de pagamento. Omar diz que fez diversos contactos com os responsáveis, mas estes recusam-se a atender às chamadas e às mensagens.

Sabe-se que a agência do navio Sal Rei STM foi encerrada. O NN contactou o responsável Manuel Borges por telefone e directamente na sua própria residência, mas sem sucesso.

 

  1. roxana

    Omar, el problema es q los duenos no son de CV !!!, luego es cierto ,Remolcar ese barco llevo a la quiebra ,
    a esa empresa , lo grave es q sou muchos responsables de familia los q estan sin vencimiento a meses y ni esperanza hay. Ni partir pa’otro barco se puede todos cuando no se han hundido, estan en la lista de espera. Ojala y aparezca alternativa

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